- O conflito entre Israel e Hamas se intensificou, resultando em muitos mortos e reféns na Faixa de Gaza.
- O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que Israel interrompa os bombardeios imediatamente e afirmou que o Hamas está disposto a libertar todos os reféns israelenses.
- Trump estabeleceu um prazo até domingo, às 18h (horário de Brasília), para que um acordo de paz seja alcançado, alertando para consequências severas caso não haja entendimento.
- O Hamas confirmou a aceitação da proposta de Trump e está pronto para iniciar negociações sobre o acordo, afirmando que libertará todos os reféns, independentemente de suas condições de saúde.
- As autoridades israelenses não se pronunciaram sobre o pedido de Trump, enquanto a comunidade internacional acompanha a situação.
O conflito entre Israel e Hamas intensificou-se, com bombardeios na Faixa de Gaza gerando um alto número de vítimas e reféns. Em meio a essa crise, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo para que Israel interrompa imediatamente os ataques aéreos.
Trump, em uma declaração feita nesta sexta-feira, afirmou que o Hamas está disposto a libertar todos os reféns israelenses, de acordo com sua proposta de paz. Ele estabeleceu um prazo até domingo, às 18h (horário de Brasília), para que um acordo seja alcançado. O ex-presidente destacou que esta é a “última chance” para o grupo militante palestino.
“Um acordo deve ser alcançado com o Hamas até domingo, às 18h, horário de Washington, D.C.”, afirmou Trump em sua rede social. Ele alertou que, caso não haja um entendimento, as consequências seriam severas: “todo o inferno, como ninguém jamais viu antes, se desencadeará contra o Hamas.”
Reação do Hamas
O Hamas confirmou que aceitou a proposta de Trump e manifestou disposição para iniciar negociações mediadas sobre os detalhes do acordo. O grupo declarou que está pronto para libertar todos os reféns, independentemente de suas condições de saúde. Essa declaração representa um potencial avanço nas conversações de paz, em um contexto marcado por um elevado número de vítimas civis.
As autoridades israelenses ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o pedido de Trump. A situação permanece tensa, com a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos.
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