- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone com o presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, na manhã de segunda-feira, 6 de outubro.
- Durante a conversa de cerca de 30 minutos, Trump afirmou que Brasil e EUA podem se dar bem juntos e o diálogo foi amistoso.
- Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta pelos EUA a produtos brasileiros, destacando que o Brasil tem superávit na balança comercial com os Estados Unidos.
- Ambos os líderes concordaram em se encontrar pessoalmente em breve, com Lula sugerindo a Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) na Malásia como possível local.
- Trump designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar continuidade às negociações com representantes brasileiros, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e o chanceler Mauro Vieira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone com o presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, na manhã de segunda-feira, 6 de outubro. Durante a chamada, que durou cerca de 30 minutos, Trump expressou que os dois países podem se dar bem juntos. O diálogo foi considerado amistoso e ocorreu após um período de distanciamento nas relações bilaterais.
Lula aproveitou a conversa para solicitar a retirada da sobretaxa de 50% que os EUA impuseram a produtos brasileiros. Ele destacou que o Brasil é um dos três países do G20 com superávit na balança comercial com os Estados Unidos. O presidente brasileiro também mencionou que a ligação representa uma oportunidade para restaurar as relações amigáveis entre as duas democracias.
Encontro Pessoal
Os líderes relembraram a boa química durante a Assembleia Geral da ONU e trocaram números de telefone para facilitar a comunicação direta. Ambos concordaram em se encontrar pessoalmente em breve, com Lula sugerindo a Cúpula da ASEAN na Malásia como um possível local. Além disso, Lula convidou Trump para a COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro.
Trump designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar continuidade às negociações com representantes brasileiros, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e o chanceler Mauro Vieira. O diálogo reflete um movimento em direção à reaproximação entre os dois países, que buscam fortalecer laços comerciais e diplomáticos.
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