- James Comey, ex-diretor do FBI, declarou-se inocente das acusações de mentir ao Congresso e obstruir a justiça.
- As acusações surgiram após sua declaração em 2020 sobre uma possível filtragem de informações relacionadas à investigação de Donald Trump e a Rússia.
- O julgamento está marcado para 5 de janeiro de 2026, após um grande júri ter recebido as alegações a pedido do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
- Comey negou as acusações em uma audiência preliminar em Alexandria, Virgínia, e anunciou que recorrerá da nomeação da promotora Lindsey Halligan, ex-advogada de Trump.
- Halligan foi designada para o caso após a demissão do promotor anterior, que não encontrou evidências suficientes para prosseguir com a acusação.
James Comey, ex-diretor do FBI, declarou-se inocente das acusações de mentir ao Congresso e obstruir a justiça. As alegações surgiram após sua declaração em 2020, quando foi questionado sobre uma possível filtragem de informações relacionadas à investigação sobre Donald Trump e a Rússia. O julgamento está agendado para 5 de janeiro de 2026.
As acusações foram apresentadas por um grande júri a pedido do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, após uma pressão pública de Trump, que exigiu a investigação de Comey. O ex-diretor compareceu a uma audiência preliminar em Alexandria, Virgínia, onde negou as acusações. Comey, de 64 anos, também anunciou que recorrerá contra a nomeação da promotora responsável, Lindsey Halligan, uma ex-advogada de Trump.
Halligan foi designada para o caso apenas quatro dias antes da acusação. O promotor anterior, Erik Siebert, havia concluído que não havia evidências suficientes para prosseguir com a acusação, mas foi pressionado a se demitir após a insistência de Trump. A nova equipe de acusação, trazida de Carolina do Norte, enfrentou objeções de outros advogados sobre a legitimidade do caso.
Comey, que foi nomeado ao FBI por Barack Obama, tornou-se uma figura controversa após seu afastamento por Trump em 2017, após anunciar a abertura de uma investigação sobre a campanha do republicano e seus vínculos com a Rússia. Desde então, Comey se tornou um crítico vocal do ex-presidente, denunciando sua conduta como “moralmente inadequada” para o cargo.
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