- O governo federal anunciou, nesta quarta-feira, 8 de outubro de 2025, a conclusão da implementação de Códigos de Endereçamento Postal (CEPs) em todas as favelas do Brasil.
- Foram gerados 12.348 códigos que abrangem 665 cidades, beneficiando aproximadamente 16,39 milhões de pessoas.
- A maioria da população beneficiada é composta por pessoas pretas e pardas, totalizando 72,9%.
- Antes da implementação, cerca de 280 mil endereços em favelas eram considerados com “fragilidade de endereço”, impactando aproximadamente 870 mil pessoas.
- O projeto ainda prevê o mapeamento de logradouros em 300 favelas e a implantação de atendimento físico dos Correios em 100 favelas.
O governo federal anunciou, nesta quarta-feira, 8 de outubro de 2025, a conclusão da implementação de Códigos de Endereçamento Postal (CEPs) em todas as favelas do Brasil. Com isso, foram gerados 12.348 códigos que abrangem 665 cidades, beneficiando aproximadamente 16,39 milhões de pessoas. A iniciativa visa melhorar o acesso a serviços e direitos para essas comunidades.
Os novos CEPs foram criados com base em registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maioria da população beneficiada é composta por pessoas pretas e pardas, totalizando 72,9%. Antes da implementação, cerca de 280 mil endereços em favelas eram considerados com “fragilidade de endereço”, impactando aproximadamente 870 mil pessoas, que enfrentavam dificuldades devido à falta de identificação adequada.
Fases do Projeto
O projeto, liderado pelo Ministério das Cidades e pela Secretaria Nacional de Periferias, em parceria com os Correios, ainda prevê duas fases complementares. A primeira envolve o mapeamento completo de logradouros em 300 favelas e comunidades, com a criação de CEPs específicos para ruas, vielas, becos e travessas. Até agora, 765 códigos já foram gerados.
Além disso, a iniciativa inclui a implantação de atendimento físico dos Correios em 100 favelas em todo o Brasil, o que deve facilitar ainda mais o acesso dos moradores a serviços postais e, consequentemente, a direitos básicos. A ação é um passo significativo para a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida nas áreas urbanas mais vulneráveis.
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