- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou sua intenção de concorrer à reeleição em 2026 durante entrevista à Rádio Piatã, em Salvador, no dia 9 de outubro.
- Lula afirmou que seus adversários estão mais preocupados com sua candidatura do que ele mesmo.
- Ele comentou sobre a pesquisa Quaest, que o coloca na liderança em todos os cenários testados, destacando que será difícil derrotá-lo em uma eleição.
- O presidente mencionou que sua candidatura dependerá de sua motivação e vigor físico, afirmando que se estiver bem, será candidato para ganhar as eleições.
- Lula também ressaltou que permitirá que novos candidatos surjam, afirmando que quem quiser se candidatar será liberado para isso.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou sua intenção de concorrer à reeleição em 2026 durante entrevista à Rádio Piatã, em Salvador, na manhã de quinta-feira, 9 de outubro. O petista se mostrou confiante, afirmando que seus adversários estão mais preocupados com sua candidatura do que ele próprio.
Lula comentou sobre a pesquisa Quaest, que o coloca na liderança em todos os cenários testados para a eleição. “Vai ser difícil derrotar a gente em uma eleição”, disse, referindo-se à sua posição favorável nas pesquisas. Os possíveis concorrentes, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), não teriam chances de superá-lo, segundo o levantamento.
O presidente também destacou que sua candidatura dependerá de sua motivação e vigor físico. “Se eu estiver do jeito que estou, serei candidato para ganhar as eleições”, afirmou. Além disso, Lula mencionou a possibilidade de seu auxiliar, o ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa, se candidatar ao Senado em 2026, garantindo que não criará obstáculos para nenhum membro de sua equipe que deseje concorrer a cargos eletivos.
Cenário Político
A pesquisa Quaest, divulgada horas antes da entrevista, mostra Lula com vantagem confortável tanto no primeiro quanto no segundo turno. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que é inelegível e enfrenta condenações, também aparece entre os adversários que seriam derrotados por Lula nas urnas.
O presidente enfatizou a importância de permitir o surgimento de novas lideranças no Brasil, afirmando que “quem quiser ser candidato será liberado para ser candidato”. Essa postura pode indicar uma estratégia de fortalecimento do partido e de renovação política.
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