- María Corina Machado foi anunciada como laureada com o Prêmio Nobel da Paz de 2025 pelo Comitê Norueguês, em Oslo, nesta sexta-feira, 10 de outubro, pelo seu trabalho pela democracia venezuelana e pela transição pacífica do regime de Nicolás Maduro.
- O Comitê Norueguês do Nobel confirmou a premiação e o presidente do comitê, Jorgen Watne Frydnes, elogiou a trajetória de Machado e sua luta pelos direitos democráticos do povo venezuelano.
- A ex-deputada atuou na Assembleia Nacional entre 2011 e 2014 e foi considerada inelegível pelo governo de Maduro há dois anos, mas continua sendo figura central na oposição.
- Celso Amorim, Assessor Especial da Presidência para Assuntos Internacionais, afirmou que o comitê parece ter priorizado política em relação à paz, citando uma declaração de porta-voz da Casa Branca; ele disse não questionar as qualidades pessoais de Machado, mas considerou a abordagem digna de nota.
- A premiação reflete reconhecimento internacional à luta pela democracia na Venezuela em contexto de repressão política, consolidando Machado como símbolo da resistência.
María Corina Machado, destacada oposicionista venezuelana, foi anunciada como a laureada com o Prêmio Nobel da Paz de 2025. O Comitê Norueguês do Nobel confirmou a premiação nesta sexta-feira, 10 de outubro, em Oslo, reconhecendo seu trabalho pela democracia na Venezuela e sua busca por uma transição pacífica do regime de Nicolás Maduro.
O presidente do comitê, Jorgen Watne Frydnes, elogiou a trajetória de Machado, afirmando que ela foi reconhecida por sua luta incansável em prol dos direitos democráticos do povo venezuelano. A ex-deputada, que atuou na Assembleia Nacional entre 2011 e 2014, foi considerada inelegível pelo governo de Maduro há dois anos, mas continua sendo uma figura central na oposição.
Celso Amorim, Assessor Especial da Presidência para Assuntos Internacionais, comentou sobre a premiação, destacando que o comitê parece ter priorizado a política em relação à paz. Ele mencionou uma declaração de um porta-voz da Casa Branca, que sugeria essa mudança de foco. Amorim afirmou não questionar as qualidades pessoais de Machado, mas achou a abordagem do prêmio digna de nota.
A premiação de María Corina Machado reflete um reconhecimento internacional crescente da luta pela democracia na Venezuela, em um contexto de repressão política e social. A laureada se tornou um símbolo da resistência contra a ditadura, galvanizando apoio tanto dentro quanto fora do país.
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