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Lobby feminista apresenta 13 nomes para vaga no STF

Lobby feminista se intensifica após Barroso deixar o STF; cotados incluem Pacheco, Messias e Dantas, com Maria Elizabeth Rocha e Daniela Teixeira entre as principais

Identitarismo na justiça: Cármen Lúcia, em sessão do STF na última quinta-feira (9). A ministra é a única mulher no STF, mas o lobby feminista pressiona por mais um nome, na vaga deixada por Barroso. (Foto: Gustavo Moreno/STF)
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  • Após o anúncio de que Luís Roberto Barroso deixará o Supremo Tribunal Federal (STF), cresce um movimento pela indicação de uma mulher para a vaga, com o apoio de grupos identitários e pressão sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para maior representatividade da Corte.

  • A atual composição do STF tem apenas uma mulher, a ministra Cármen Lúcia. A Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Fórum Justiça, Plataforma Justa e Themis Gênero defendem publicamente a inclusão de mais mulheres na Corte.

  • Entre os nomes cotados aparecem Rodrigo Pacheco (senador pelo PSD-MG), Jorge Messias (advogado-geral da União) e Bruno Dantas (ministro do Tribunal de Contas da União), além de duas mulheres: Maria Elizabeth Rocha (presidente do Superior Tribunal Militar, STM) e Daniela Teixeira (ministra do Superior Tribunal de Justiça, STJ; ex-integrante do grupo Prerrogativas).

  • A idade de Maria Elizabeth, 65 anos, levanta dúvidas sobre a duração de sua atuação, enquanto Messias, com 45 anos, aparece como opção com maior perspectiva de permanecer no cargo até 2055.

Após o anúncio de que Luís Roberto Barroso deixará o cargo no Supremo Tribunal Federal (STF), um novo movimento em prol da indicação de uma mulher para a vaga ganhou força. Grupos identitários, como a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Fórum Justiça, Plataforma Justa e Themis Gênero, intensificam a pressão sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que a próxima nomeação reflita maior representatividade feminina na Corte.

A atual composição do STF conta com apenas uma mulher, a ministra Cármen Lúcia. O presidente da OAB-SP, Leonardo Sica, afirmou que é “inadmissível” essa realidade e que a entidade defenderá publicamente a inclusão de mais mulheres. Com o retorno do lobby feminista, uma lista com 13 nomes foi apresentada, destacando tanto homens quanto mulheres.

Nomes Cotados

Entre os principais cotados, surgem os nomes de Rodrigo Pacheco, senador pelo PSD-MG, Jorge Messias, advogado-geral da União, e Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União. Contudo, a lista também inclui duas mulheres: Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), e Daniela Teixeira, ministra do Superior Tribunal de Justiça e ex-integrante do grupo Prerrogativas.

Apesar de Maria Elizabeth e Daniela serem as únicas mulheres em destaque, a idade de Maria Elizabeth, que tem 65 anos, levanta questionamentos sobre a duração de sua influência na Corte. Por outro lado, Jorge Messias, com 45 anos, apresenta-se como uma opção com maior tempo de atuação, podendo permanecer no cargo até 2055.

A articulação em torno da vaga de Barroso demonstra a crescente demanda por diversidade e representatividade no STF, refletindo as pressões sociais por uma justiça mais equitativa.

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