- Petrobras defende mandato obrigatório para diesel coprocessado com óleo vegetal, com até 10% de conteúdo renovável, afirmou a presidenta Magda Chambriard.
- A nova lei Combustível do Futuro não inclui esse mandato.
- Chambriard ressaltou continuidade de diálogo com o agronegócio e defesa do uso de óleo vegetal do setor agrícola na produção do combustível.
- O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) solicitou informações à Petrobras sobre o licenciamento ambiental para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas.
- Ela disse que, para um plano climático eficaz, é essencial haver um plano de segurança energética no Brasil e que o petróleo não deve ser visto como principal responsável pelas emissões.
A Petrobras defende a implementação de um mandato obrigatório para o uso de diesel coprocessado com óleo vegetal, com até 10% de conteúdo renovável. A afirmação foi feita pela presidenta da empresa, Magda Chambriard, durante uma declaração recente. Este tipo de diesel não foi contemplado na nova lei chamada Combustível do Futuro, que visa a descarbonização do setor.
Chambriard destacou a importância de parcerias com o agronegócio para viabilizar a produção do diesel coprocessado, afirmando que a indústria de petróleo e o setor agrícola devem “andar de mãos dadas” na busca por redução de emissões. Ela enfatizou que a Petrobras está comprometida em utilizar o óleo vegetal do agro para a produção desse combustível.
Diálogo com o Agronegócio
A presidenta também reforçou a continuidade do diálogo com o agronegócio, ressaltando que o uso de óleo vegetal é fundamental para a estratégia da empresa. Além disso, ela defendeu a exploração de petróleo como uma forma de agregar novas reservas e contribuir para o bem-estar social.
Recentemente, o Ibama solicitou informações à Petrobras sobre o licenciamento ambiental necessário para a perfuração de um poço na Bacia da Foz do Amazonas. Essas questões levantam preocupações sobre a sustentabilidade das operações da empresa, especialmente em um contexto de crescente pressão por práticas mais ecológicas.
Chambriard reiterou que, para um plano climático eficaz, é essencial haver um plano de segurança energética no Brasil, argumentando que o petróleo não deve ser visto como o principal responsável pelas emissões de carbono.
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