Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dino determina suspensão de licenças de terras na Amazônia

O Supremo Tribunal Federal suspende 23 decisões da Justiça Federal que derrubaram embargos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); cerca de 70 mil hectares embargados em 11 municípios do Pará

Dino suspendeu decisões que liberavam áreas na Amazônia e no Pantanal. (Foto: Paulo Novais / EFE)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu 23 decisões da Justiça Federal que liberavam áreas para desmatamento e queimadas na Amazônia e no Pantanal.
  • A medida foi adotada para proteger o meio ambiente, em resposta a um plano nacional de prevenção e combate a incêndios.
  • Os embargos somam cerca de 70 mil hectares em 11 municípios do Pará, considerados essenciais pelo Ibama para evitar danos ambientais irreversíveis.
  • Dino afirmou que a presunção de constitucionalidade deve prevalecer até o STF se pronunciar sobre a validade do decreto.
  • Ele destacou que o embargo preventivo é ferramenta de precaução para impedir danos irreversíveis e reforçar a proteção de florestas e a fiscalização de atividades que ameaçam a biodiversidade.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu 23 decisões da Justiça Federal que liberavam áreas para desmatamento e queimadas na Amazônia e no Pantanal. A medida visa proteger o meio ambiente e foi tomada em resposta a um plano nacional de prevenção e combate a incêndios.

Os embargos, que abrangem cerca de 70 mil hectares em 11 municípios do Pará, são considerados essenciais pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para evitar danos ambientais irreversíveis. Dino enfatizou que a presunção de constitucionalidade deve prevalecer até que o STF se pronuncie sobre a validade do decreto.

O ministro argumentou que o embargo preventivo é uma ferramenta crucial para impedir danos irreversíveis e reforçar os princípios de precaução e prevenção ambiental. Ele destacou que o direito brasileiro permite a adoção de medidas cautelares em situações de grande potencial lesivo, mesmo antes de um contraditório, quando o risco da continuidade das atividades é maior que a sua interrupção.

A decisão de Dino reverte o impacto de decisões anteriores que haviam liberado áreas críticas, colocando um foco renovado na proteção das florestas e na fiscalização das atividades que ameaçam a biodiversidade.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais