- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu 23 decisões da Justiça Federal que liberavam áreas para desmatamento e queimadas na Amazônia e no Pantanal.
- A medida foi adotada para proteger o meio ambiente, em resposta a um plano nacional de prevenção e combate a incêndios.
- Os embargos somam cerca de 70 mil hectares em 11 municípios do Pará, considerados essenciais pelo Ibama para evitar danos ambientais irreversíveis.
- Dino afirmou que a presunção de constitucionalidade deve prevalecer até o STF se pronunciar sobre a validade do decreto.
- Ele destacou que o embargo preventivo é ferramenta de precaução para impedir danos irreversíveis e reforçar a proteção de florestas e a fiscalização de atividades que ameaçam a biodiversidade.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu 23 decisões da Justiça Federal que liberavam áreas para desmatamento e queimadas na Amazônia e no Pantanal. A medida visa proteger o meio ambiente e foi tomada em resposta a um plano nacional de prevenção e combate a incêndios.
Os embargos, que abrangem cerca de 70 mil hectares em 11 municípios do Pará, são considerados essenciais pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para evitar danos ambientais irreversíveis. Dino enfatizou que a presunção de constitucionalidade deve prevalecer até que o STF se pronuncie sobre a validade do decreto.
O ministro argumentou que o embargo preventivo é uma ferramenta crucial para impedir danos irreversíveis e reforçar os princípios de precaução e prevenção ambiental. Ele destacou que o direito brasileiro permite a adoção de medidas cautelares em situações de grande potencial lesivo, mesmo antes de um contraditório, quando o risco da continuidade das atividades é maior que a sua interrupção.
A decisão de Dino reverte o impacto de decisões anteriores que haviam liberado áreas críticas, colocando um foco renovado na proteção das florestas e na fiscalização das atividades que ameaçam a biodiversidade.
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