- A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cidade de São Paulo subiu 10 pontos percentuais entre março e outubro de 2024, de 38,2% para 48,8%.
- A desaprovação caiu 10 pontos, passando de 58,1% em março para 48% em outubro.
- O levantamento da Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 9 e 12 de outubro com 905 eleitores.
- Em outubro, houve empate técnico entre aprovação e desaprovação, ambos em 48%, e a percepção da gestão municipal melhorou: ótima/bom subiu para 34,8% (eram 26% em março); ruim/péssimo caiu para 38,1% (eram 48,5% no início do ano).
- O recuo da desaprovação e o aumento da aprovação são associados, entre outros fatores, à reação de Lula ao tarifaço imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros, repercutindo em pesquisas nacionais; a margem de erro é de 3,3 pontos percentuais.
A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na cidade de São Paulo registrou um aumento significativo de 10 pontos percentuais entre março e outubro de 2024, conforme dados da Paraná Pesquisas. O índice subiu de 38,2% para 48,8%, refletindo uma mudança no cenário político local. A desaprovação, que era de 58,1% em março, caiu para 48% no mesmo período.
O levantamento, realizado entre os dias 9 e 12 de outubro com 905 eleitores, indica que a percepção sobre a gestão municipal também melhorou. 34,8% dos entrevistados consideram a administração de Lula como “ótima” ou “boa”, um aumento em relação aos 26% registrados em março. Apenas 38,1% dos participantes avaliaram o governo como “ruim” ou “péssimo”, uma queda em comparação aos 48,5% do início do ano.
Impacto do Tarifaço
A reação de Lula ao tarifaço imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros, anunciado em julho, parece ter contribuído para essa recuperação. Pesquisas anteriores de institutos como Quaest e AtlasIntel também mostraram tendências semelhantes em nível nacional. O aumento na aprovação sugere que a resposta do presidente a questões internacionais pode ter gerado dividendos políticos.
O cenário em São Paulo, a maior cidade do Brasil, é crucial para entender a dinâmica de apoio ao governo federal. O empate técnico entre aprovação e desaprovação em outubro revela um ambiente político mais equilibrado, o que pode influenciar decisões futuras e estratégias eleitorais.
A margem de erro da pesquisa é de 3,3 pontos percentuais, o que deve ser considerado ao analisar os resultados.
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