- O advogado-geral da União, Jorge Messias, é o principal candidato para a vaga no STF após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e participou de reunião no Palácio do Planalto com evangélicos, nesta quinta-feira, 16 de outubro.
- O encontro, organizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve como objetivo estreitar laços com a comunidade evangélica para as próximas eleições.
- Lula destacou a importância da relação com evangélicos, ressaltando valores cristãos como respeito e fraternidade; Messias é membro da Igreja Batista.
- Messias enfrenta desconfiança da bancada evangélica, especialmente entre aliados de Jair Bolsonaro; o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, chamou-o de “esquerdista evangélico”.
- O evento contou com a presença do bispo Samuel Ferreira e do deputado Cezinha de Madureira; Lula recebeu presentes simbólicos, como a Bíblia do Culto do Ministro, e Gleisi Hoffmann destacou orações pelos líderes religiosos; a estratégia inclui fortalecer vínculos com evangélicos para 2026, com a participação da primeira-dama Janja.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, é o principal candidato para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. Messias participou de uma reunião no Palácio do Planalto, organizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com líderes evangélicos, nesta quinta-feira, 16 de outubro. O encontro teve como objetivo estreitar laços com a comunidade evangélica, essencial para as próximas eleições.
Durante a reunião, Lula enfatizou a importância da relação com os evangélicos, ressaltando que o governo se pauta em valores cristãos como respeito e fraternidade. Messias, que é membro da Igreja Batista, enfrenta desconfiança da bancada evangélica, especialmente entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, classificou Messias como um “esquerdista evangélico”, questionando sua representatividade para o grupo.
Fortalecimento de Laços
O encontro também contou com a presença do bispo da Assembleia de Deus, Samuel Ferreira, e do deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP). Lula recebeu presentes simbólicos, como a Bíblia do Culto do Ministro, reforçando o caráter espiritual do evento. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, destacou que os líderes religiosos oraram pelo presidente e pelo Brasil, evidenciando a busca do governo por apoio nesse segmento.
Além da articulação em torno da indicação de Messias, a estratégia de Lula visa fortalecer os vínculos com os evangélicos para as eleições de 2026. A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, também tem participado de eventos voltados para mulheres evangélicas, buscando reverter a baixa popularidade do presidente entre os fiéis.
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