- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, intensificou críticas à gestão do governo Lula sobre as estatais, ao compartilhar um gráfico que mostra prejuízos dos Correios e afirmar que “estatais sempre dão prejuízo nos governos do PT”.
- Em dois mil e vinte e cinco, a crise dos Correios atingiu nível histórico, com rombo financeiro recorde, sem lucros desde dois mil e vinte e um e déficits bilionários por custos elevados e perda de competitividade; a taxa das blusinhas é citada como contribuinte para a queda de encomendas internacionais.
- A redução de receita é de aproximadamente R$ 2,2 bilhões devido à tributação sobre remessas internacionais; apenas 15% das agências operam no azul, indicando má gestão e influência política na administração da estatal.
- Tarcísio utiliza a crise como parte de sua estratégia de campanha, destacando que “quem paga a conta é o povo brasileiro” e sinalizando possível candidatura à presidência.
- Críticas à gestão política apontam lotação de cargos e interferência partidária nos Correios, que, segundo ele, prejudicam a eficiência da empresa; a crise passa a sustentar sua defesa de ser uma alternativa à administração atual.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, intensificou suas críticas à gestão do governo Lula, especialmente em relação às estatais. Em um recente post nas redes sociais, ele compartilhou um gráfico que evidencia os prejuízos financeiros dos Correios, afirmando que “estatais sempre dão prejuízo nos governos do PT”. Tarcísio argumenta que essa situação resulta de um “desconhecimento detalhado do assunto” por parte da administração atual.
A crise dos Correios alcançou um nível alarmante em 2025, com um rombo financeiro recorde que supera os prejuízos acumulados desde 2016. Desde 2021, a estatal não registra lucros, enfrentando déficits bilionários devido ao aumento de custos e à perda de competitividade no mercado. O governador destaca que a taxa das blusinhas, implementada pelo governo Lula, contribuiu para a queda nas encomendas internacionais.
Entre os fatores que agravam a situação, está a redução da receita em aproximadamente R$ 2,2 bilhões devido à tributação sobre remessas internacionais. Além disso, apenas 15% das agências dos Correios operam no azul, refletindo a má gestão e a influência política na administração da estatal. Tarcísio, que pode ser um candidato à presidência, utiliza essa crise como parte de sua estratégia de campanha, enfatizando que “quem paga a conta é o povo brasileiro”.
Crítica à Gestão Política
A gestão dos Correios é alvo de críticas por conta do loteamento de cargos e da interferência partidária, o que, segundo Tarcísio, compromete a eficiência da estatal. O governador sugere que a situação atual é um reflexo de uma gestão pública deficiente, que não atende às necessidades da população e do mercado. A crise financeira dos Correios se torna, assim, um ponto central na narrativa de Tarcísio, que busca consolidar sua imagem como uma alternativa à administração atual.
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