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Moraes determina que Defensoria Pública apresente defesa de Eduardo Bolsonaro

Alexandre de Moraes determina defesa prévia em nome de Eduardo Bolsonaro pela Defensoria Pública da União, em quinze dias, no inquérito 4.995; PGR foi informada

Eduardo Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes. Fotos: Pedro França/Agência Senado e Antonio Augusto/STF
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  • O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Defensoria Pública da União apresente a defesa prévia de Eduardo Bolsonaro em até quinze dias, no Inquérito quatro mil novecentos e noventa e cinco.
  • A medida envolve Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo, acusados pela Procuradoria-Geral da República de coação no curso do processo.
  • As notificações pessoais a Eduardo foram frustradas; houve edital publicado em trinta de setembro, e o prazo para defesa encerrou em quinze de outubro sem manifestação do deputado.
  • Diante da ausência de defesa, Moraes intimou a Defensoria Pública para representá-lo, conforme despacho.
  • Eduardo e Paulo Figueiredo estão nos Estados Unidos; a PGR foi informada da decisão para assegurar o direito à defesa.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira, 16 de outubro, que a Defensoria Pública da União deve apresentar a defesa prévia de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em até 15 dias. A medida é parte do Inquérito 4.995, no qual Eduardo e o influenciador Paulo Figueiredo são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de coação no curso do processo.

A decisão ocorre após tentativas frustradas de notificação pessoal a Eduardo, que não se manifestou após a publicação de um edital em 30 de setembro. O prazo para resposta se encerrou em 15 de outubro, sem qualquer manifestação do deputado. Em seu despacho, Moraes determinou que, diante da ausência de defesa, a Defensoria Pública fosse intimada a representar o congressista.

Eduardo e Paulo Figueiredo, atualmente nos Estados Unidos, têm buscado articular sanções internacionais contra o Brasil e suas autoridades, visando influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro na trama golpista. A PGR foi informada da decisão do STF, que visa garantir o direito à defesa do deputado, mesmo diante de sua inércia nas notificações.

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