- Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram neste sábado, 18 de outubro de 2025, em mais de duas mil e seiscentas cidades dos Estados Unidos, contra o governo de Donald Trump, considerado autoritário, organizado pelo movimento No Kings.
- As maiores concentrações ocorreram em Nova York, Chicago, Houston, Seattle, Los Angeles e Filadélfia, com presença significativa em Washington, D.C., em frente ao Capitólio; a mobilização ocorreu em meio a tensões políticas, cortes de funcionários federais e ações contra imigrantes, com a Guarda Nacional mobilizada em várias cidades.
- Organizadores destacam a defesa dos princípios democráticos e a resistência a um regime autoritário; entre os participantes, está Brian Lee, veterano de 70 anos, que compara a situação atual aos anos 1930 na Europa.
- O ato ocorre junto ao fechamento parcial do governo; Trump tem pressionado para avançar sua agenda, criticando tribunais e a mídia e ameaçando cortar fundos federais aos estados que não o apoiam; Hunter Dunn, porta-voz do movimento, disse que representantes devem se posicionar contra os excessos do Executivo.
- Reações: republicanos caracterizam as manifestações como expressão de ódio; o presidente da Câmara, Mike Johnson, sugeriu a presença de elementos extremistas, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou que a falta de apoio pode levar a cortes salariais; os organizadores asseguram que as mobilizações são pacíficas e oferecem cursos de desescalada.
Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram neste sábado, 18 de outubro de 2025, em mais de 2.600 cidades dos Estados Unidos, em protesto contra o governo de Donald Trump, considerado por muitos como autoritário. As manifestações foram organizadas pelo movimento “No Kings”, que critica as políticas do presidente e a polarização política no país.
As maiores concentrações ocorreram em cidades como Nova York, Chicago, Houston, Seattle, Los Angeles e Filadélfia, com uma presença significativa em Washington, D.C., onde manifestantes se reuniram em frente ao Capitólio. A mobilização surge em meio a um clima de tensões políticas, cortes de funcionários federais e ações contra imigrantes, além da mobilização da Guarda Nacional em várias cidades.
Contexto das Manifestações
Os organizadores das manifestações destacam a importância de preservar os princípios democráticos dos Estados Unidos, fazendo referência à luta contra o domínio do rei britânico Jorge III no século XVIII. A ideia é resistir a um regime autoritário e promover a participação cívica. Brian Lee, um veterano de 70 anos, expressou seu temor sobre o futuro do país sob a liderança de Trump, comparando a situação atual com os anos 1930 na Europa.
As manifestações também coincidem com o fechamento parcial do governo e a demissão de milhares de trabalhadores federais. Trump tem pressionado para impor sua agenda política, atacando tribunais e a mídia, e ameaçando cortar fundos federais para estados que não o apoiam. Hunter Dunn, porta-voz do movimento, enfatizou a necessidade de os representantes se posicionarem contra os excessos do executivo.
Reações e Consequências
Por outro lado, os republicanos têm rebatido as manifestações, caracterizando-as como expressões de ódio e deslegitimando a insatisfação dos cidadãos. O presidente da Câmara, Mike Johnson, sugeriu que os manifestantes incluem elementos extremistas, enquanto o secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou que a falta de apoio poderia resultar em cortes de salários.
As mobilizações deste sábado serviram para galvanizar os progressistas, que buscam uma voz unificada contra a administração atual. Apesar das tensões, os organizadores insistem na natureza pacífica das manifestações, promovendo cursos de desescalada para garantir que as protestas ocorram sem violência.
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