- Kenny Loggins pediu a remoção imediata do uso não autorizado da música “Danger Zone” em vídeo gerado por inteligência artificial de Trump, divulgado na Truth Social em 18 de outubro.
- Loggins afirmou que não foi consultado e que a canção não deveria ser associada a conteúdos que promovem divisão.
- Ele planeja registrar queixas de direitos autorais contra as plataformas X e Truth Social.
- O vídeo continua disponível em redes sociais, como X e Truth Social.
- O caso se soma a precedentes de músicos que contestam o uso de suas obras em campanhas políticas, como Beyoncé com “Freedom” em dois mil e vinte e dois.
Kenny Loggins criticou o ex-presidente Donald Trump pelo uso não autorizado de sua famosa música “Danger Zone” em um vídeo gerado por inteligência artificial. O clipe, que mostra uma versão AI de Trump atacando manifestantes, foi compartilhado na plataforma Truth Social em 18 de outubro, no contexto de protestos pacíficos nos Estados Unidos.
Loggins declarou que não foi consultado sobre o uso de sua canção e pediu a remoção imediata do vídeo. Ele enfatizou que sua música não deveria ser associada a conteúdos que promovem divisão. “Ninguém me pediu permissão, o que eu teria negado”, afirmou o cantor, destacando a necessidade de união entre os americanos.
Reação e Consequências
O vídeo, que apresenta Trump em uma situação controversa, ainda permanece disponível em redes sociais, como X e Truth Social. Loggins planeja registrar queixas de direitos autorais contra essas plataformas. Esse incidente se junta a uma série de casos em que músicos têm enfrentado o uso indevido de suas obras por campanhas políticas, como o episódio envolvendo Beyoncé e sua música “Freedom” em 2022.
A situação de Loggins reflete um padrão crescente de artistas que se opõem ao uso de suas músicas em contextos que não condizem com seus valores. Em sua declaração, ele ressaltou que a música deve ser um meio de celebração e união, não de divisão.
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