- Após apagão de abril, o debate sobre as vulnerabilidades do sistema elétrico espanhol ganhou força; Beatriz Corredor, presidente da Redeia, afirmou que todos os agentes devem cumprir suas obrigações para aumentar a confiabilidade, em evento em Barcelona, chamando a Redeia de “cérebro e a coluna vertebral” do sistema.
- Corredor disse que as decisões sobre a demanda energética dependem do cumprimento das responsabilidades por todos os envolvidos.
- A dirigente destacou uma mudança de paradigma com o aumento de fontes renováveis, exigindo uma rede que envolva consumidores e produtores de energia.
- Ela ressaltou a importância da colaboração entre instituições para facilitar a integração de mais energia renovável no sistema.
- A presidente também criticou a falha do governo em convalidar o decreto antipougação, argumentando que a falta de consenso institucional atrasa o avanço para um fornecimento estável de energia.
Após o apagão massivo que ocorreu em abril, o debate sobre as vulnerabilidades do sistema elétrico espanhol ganhou força. Beatriz Corredor, presidente da Redeia, destacou a necessidade de todos os agentes do setor cumprirem suas obrigações para aumentar a confiabilidade do sistema. Em evento realizado em Barcelona, Corredor afirmou que a Redeia é o “cérebro e a coluna vertebral” do sistema elétrico, que se tornou mais complexo com a integração de fontes renováveis.
Corredor enfatizou que, para garantir a segurança do fornecimento de energia, é crucial que cada ator do mercado atue conforme suas responsabilidades. “Uma vez que esteja garantido que todos cumprem, estaremos todos muito mais tranquilos,” afirmou. A presidente também mencionou que as decisões sobre a demanda energética dependem do cumprimento das obrigações por parte de todos os envolvidos.
Mudança de Paradigma
A presidente da Redeia observou que o setor elétrico está passando por uma mudança de paradigma devido ao aumento das energias renováveis. Essa transformação exige uma nova abordagem, com uma rede que envolve tanto consumidores quanto produtores de energia. Corredor ressaltou a importância da colaboração entre as instituições para facilitar a incorporação de mais energia renovável no sistema.
Além disso, Corredor criticou a falha do governo em convalidar o decreto antipougação, que visava implementar medidas para tornar o sistema mais seguro e eficiente. Para ela, a falta de consenso institucional prejudica o avanço necessário para garantir um fornecimento de energia estável e confiável.
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