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Justiça determina que redes sociais retirem conteúdos contra Frei Chico

Justiça de São Paulo concede liminar para remover posts que associam Frei Chico ao escândalo de descontos no INSS; prazo de cinco dias para cumprir, em Google, X, Kwai e Meta

Justiça dá liminar para que redes sociais derrubem conteúdos contra irmão de Lula. (Foto: Sebastião Moreira / EFE)
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  • O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liminar para remover publicações que associem Frei Chico, irmão do presidente Lula, ao escândalo de descontos no INSS, com prazo de cinco dias para cumprimento.
  • Plataformas como Google, X, Kwai e Meta devem seguir a ordem para remover os conteúdos.
  • Frei Chico, vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), negou as acusações, classificou as mensagens como falsas e ofensivas e disse não temer investigações, em nota divulgada no site do Partido dos Trabalhadores.
  • A decisão ocorre após controvérsias anteriores, incluindo uma convoca­ção rejeitada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, na qual 11 requerimentos foram negados; o relator, deputado Alfredo Gaspar, apresentou documentos da Controladoria-Geral da União apontando omissões do Sindnapi.
  • O caso ganha repercussão nas redes e na mídia, com expectativa de que as plataformas cumpram a determinação judicial e removam os conteúdos contestados.

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu uma liminar que determina a remoção de publicações que associam Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao escândalo de descontos no INSS. A decisão, proferida pela juíza Ana Luiza Eserian, estabelece um prazo de cinco dias para que as plataformas como Google, X, Kwai e Meta cumpram a ordem.

Frei Chico, que é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), negou as acusações e classificou as mensagens como “falsas e ofensivas”. Em nota divulgada no site do PT, ele afirmou que não teme investigações e reiterou sua posição em relação às irregularidades.

Recentemente, Frei Chico já havia sido alvo de controvérsias relacionadas ao INSS, incluindo uma convocação que foi rejeitada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A CPMI votou e rejeitou em bloco 11 requerimentos, incluindo aquele que pedia sua convocação. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, apresentou documentos da Controladoria-Geral da União que indicam omissões por parte do sindicato em relação à atuação de Frei Chico.

A decisão judicial representa um desdobramento importante em um caso que tem gerado discussões acaloradas nas redes sociais e na mídia. A expectativa agora é que as plataformas cumpram a ordem judicial e removam os conteúdos contestados.

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