- Com a iminente indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), a disputa pela chefia da Advocacia-Geral da União (AGU) se intensifica e Lula ainda não definiu data para o anúncio, com nomes em circulação como Isadora Cartaxo, Clarice Calixto, Anelize Almeida e Flávio Roman.
- Isadora Cartaxo recebe apoio interno da AGU, enquanto Anelize Almeida tem respaldo de entidades externas, incluindo a Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (Anafe).
- A pressão aumenta pela ausência de decisão presidencial, gerando tensões entre grupos que buscam influenciar a escolha.
- Anelize Almeida, procuradora da Fazenda Nacional, é vista como candidata forte pelo perfil técnico e pela boa relação com a área econômica, o que pode contar com o apoio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
- Flávio Roman, advogado-geral substituto, pode avançar caso o presidente opte por uma escolha interna; a possibilidade de uma mulher assumir a AGU é discutida, mas a “cláusula de gênero” pode não prevalecer, abrindo espaço para Roman.
Com a iminente indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), a disputa pelo comando da Advocacia-Geral da União (AGU) se intensifica. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não definiu uma data para o anúncio, mas já circulam nomes que podem assumir a posição, incluindo Isadora Cartaxo, Clarice Calixto, Anelize Almeida e Flávio Roman.
As articulações nos bastidores revelam um cenário dividido. Isadora Cartaxo recebe apoio interno da AGU, enquanto Anelize Almeida ganha respaldo de entidades externas, como a Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (Anafe). A pressão aumenta com a falta de uma decisão presidencial, gerando tensões entre os grupos que buscam influenciar a escolha.
Anelize, procuradora da Fazenda Nacional, é considerada uma candidata forte devido ao seu perfil técnico e à boa relação com a área econômica, o que pode garantir o apoio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Por outro lado, Flávio Roman, advogado-geral substituto, pode se beneficiar caso o presidente opte por uma escolha interna.
A possibilidade de uma mulher assumir a AGU também é vista como um avanço simbólico, especialmente após a recente nomeação de mais um homem para o STF. No entanto, se a chamada “cláusula de gênero” não prevalecer, Roman pode ganhar espaço na corrida sucessória. A disputa continua acirrada, com todos os olhos voltados para o Palácio do Planalto.
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