- Guilherme Boulos, deputado do PSOL e ex-líder do MTST, foi nomeado novo Secretário-Geral da Presidência, substituindo Márcio Costa Macêdo; a nomeação foi publicada no Diário Oficial em 21 de outubro de 2025.
- A troca ocorre em momento estratégico, com foco nas eleições de 2026 e no fortalecimentos dos laços com movimentos sociais.
- Em sua primeira declaração, Boulos afirmou que a missão é “ajudar a colocar o governo na rua” e ampliar a divulgação das ações de Lula entre comunidades, levando demandas populares a todos os estados.
- Paula Coradi, presidenta do PSOL, disse que a entrada de Boulos representa resposta às ofensivas da extrema-direita e do Centrão, para organizar novas mobilizações em defesa de agendas públicas.
- A saída de Macêdo foi solicitada para preparação de sua candidatura em 2026; ele afirmou que a decisão ocorreu no contexto de desincompatibilização eleitoral prevista para abril do próximo ano, com expectativa de retomar o diálogo com organizações insatisfeitas com as políticas sociais.
Guilherme Boulos, deputado do PSOL e ex-líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), foi nomeado como novo Secretário-Geral da Presidência da República, substituindo Márcio Costa Macêdo. A mudança, oficializada no Diário Oficial em 21 de outubro de 2025, ocorre em um momento estratégico, com foco nas eleições de 2026 e na necessidade de fortalecer os laços com movimentos sociais.
Em sua primeira declaração após a nomeação, Boulos afirmou que sua missão será “ajudar a colocar o governo na rua”, enfatizando a importância de divulgar as ações do governo Lula entre as comunidades. O novo ministro destacou que pretende levar as demandas populares a todos os estados do Brasil, aproveitando sua experiência no movimento social.
Reforço das Relações com Movimentos Sociais
A troca na Secretaria-Geral reflete a intenção do presidente Lula de aproximar sua gestão dos movimentos populares e da militância de esquerda. Segundo a presidenta do PSOL, Paula Coradi, a entrada de Boulos no ministério é uma resposta às “ofensivas da extrema-direita e do Centrão”. Coradi acredita que sua atuação será fundamental para organizar novas mobilizações sociais em prol das agendas que beneficiam a população.
A saída de Macêdo da pasta foi solicitada para que ele se prepare para ser candidato em 2026. O ex-ministro afirmou que sua decisão foi tomada em um contexto de desincompatibilização eleitoral, que deve ocorrer em abril do próximo ano. A expectativa é que Boulos, agora à frente de uma das pastas mais próximas ao presidente, recupere o diálogo com organizações que expressam insatisfação com o andamento das políticas sociais do governo.
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