- A Transparência Internacional (TI) emitiu nota de repúdio na terça-feira, 21 de outubro de 2025, contra o que classificou como ataque virulento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, durante sessão em que acusou a organização de ser cúmplice da Lava Jato e levantou suspeitas sobre recebimento de recursos públicos.
- A TI refutou as acusações, afirmando que as alegações sobre recebimento de recursos da Lava Jato já foram desmentidas por autoridades, incluindo membros do Ministério Público Federal (Ministério Público Federal) e do Tribunal de Contas da União (TCU).
- O presidente da TI, François Valérian, reiterou a defesa da transparência e da justiça, dizendo que tentativas de intimidação fortalecem a luta contra a corrupção.
- A investigação foi aberta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2024, a pedido do deputado federal Rui Falcão (Partido dos Trabalhadores, PT-SP). Falcão alega que a TI recebeu recursos derivados de acordos de leniência relacionados à Lava Jato.
- A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento do caso, mas o processo continua no STF, mantendo tensão entre a TI e autoridades e implicações para o combate à corrupção.
A Transparência Internacional (TI) emitiu uma nota de repúdio na última terça-feira, 21 de outubro de 2025, contra o que classificou como um ataque virulento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Durante uma sessão do STF, Mendes acusou a organização de ser cúmplice de abusos cometidos pela força-tarefa da Lava Jato, levantando suspeitas sobre o recebimento de recursos públicos.
A TI refutou as alegações de forma categórica, afirmando que as acusações sobre o recebimento de recursos da Lava Jato já foram desmentidas por diversas autoridades, incluindo membros do Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União. O presidente da TI, François Valérian, reiterou a importância da defesa da transparência e da justiça, afirmando que tentativas de intimidação apenas fortalecem a luta contra a corrupção.
Investigação em Andamento
A investigação contra a TI foi aberta pelo STF em 2024, a pedido do deputado federal Rui Falcão (PT-SP). Falcão alega que a organização recebeu recursos oriundos de acordos de leniência relacionados à operação Lava Jato. A TI, por sua vez, nega qualquer envolvimento em atividades ilícitas e considera que as acusações são baseadas em informações falsas.
Embora a Procuradoria-Geral da República tenha solicitado o arquivamento do caso, o processo continua em andamento no STF. A situação gera um clima de tensão entre a organização e as autoridades, com implicações significativas para a luta contra a corrupção no Brasil.
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