- A Justiça do Rio de Janeiro absolveu todos os réus do processo sobre o incêndio no Ninho do Urubu, em 8 de fevereiro de 2019, que matou dez jovens atletas das categorias de base do Flamengo e deixou três feridos, segundo a 36ª Vara Criminal da Capital, por falta de provas de participação direta.
- O juiz afirmou que a responsabilização penal não pode depender apenas da posição ocupada, sem evidências de ação ou omissão que contribuíram para o desastre.
- Foram absolvidos: Antônio Márcio Mongelli Garotti, Marcelo Maia de Sá, Edson Colman da Silva, Cláudia Pereira Rodrigues, Danilo da Silva Duarte, Fábio Hilário da Silva e Weslley Gimenes.
- Extinta a punibilidade de Eduardo Bandeira de Mello, então presidente do Flamengo na época, pela passagem do tempo; outros denunciados já tinham sido excluídos em fases anteriores.
- A decisão encerra um longo processo para esclarecer responsabilidades por um dos acidentes mais trágicos no futebol brasileiro.
A Justiça do Rio de Janeiro absolveu todos os réus envolvidos no processo criminal referente ao incêndio no Ninho do Urubu, ocorrido em 8 de fevereiro de 2019. A tragédia resultou na morte de dez jovens atletas das categorias de base do Flamengo e deixou três feridos. A decisão foi proferida pela 36ª Vara Criminal da Capital, que não encontrou provas suficientes para comprovar a participação direta dos acusados no incidente.
O juiz responsável pela decisão destacou que a responsabilização penal não pode ser baseada apenas na posição ocupada por um indivíduo, sem evidências concretas de ação ou omissão que tenham contribuído para o desastre. Entre os absolvidos estão Antônio Márcio Mongelli Garotti, Marcelo Maia de Sá, Edson Colman da Silva, Cláudia Pereira Rodrigues, Danilo da Silva Duarte, Fábio Hilário da Silva e Weslley Gimenes.
Extinção da Punibilidade
Além das absolvições, a Justiça também extinguiu a punibilidade de Eduardo Bandeira de Mello, que era presidente do Flamengo na época do incêndio, devido ao tempo decorrido desde o ocorrido. Outros denunciados já haviam sido excluídos do processo em fases anteriores.
A decisão encerra um longo processo judicial que buscava esclarecer as responsabilidades por um dos acidentes mais trágicos na história do futebol brasileiro. A tragédia deixou marcas profundas na comunidade esportiva e nas famílias das vítimas.
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