- O prefeito de São Benedito do Rio Preto, Wallas Rocha, foi afastado do cargo nesta quarta-feira, 22 de outubro, por suspeita de desvio de recursos do Fundeb; a operação, realizada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), também afastou secretários de Educação e uma funcionária responsável por despesas públicas.
- A ação envolve 17 mandados de busca e apreensão em quatro cidades: São Benedito do Rio Preto, Jatobá, Urbano Santos e São Luís.
- A investigação aponta que recursos do Fundeb teriam sido desviados para empresas sem vínculos com a educação, possivelmente para comprar apoio eleitoral.
- Os desvios podem impactar a educação local, com transporte escolar potencialmente sem atendimento adequado e obras de escolas paralisadas; há risco de goteiras, falta de ventilação e banheiros inadequados.
- Os envolvidos podem responder por peculato, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral; a prefeitura ainda não se pronunciou sobre os afastamentos e a apuração continua.
Wallas Rocha, prefeito de São Benedito do Rio Preto, Maranhão, foi afastado do cargo nesta quarta-feira, 22 de outubro, por suspeita de envolvimento em um esquema de desvio de recursos do Fundeb. A ação foi realizada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que também afastaram secretários de Educação e uma funcionária responsável por despesas públicas.
A operação inclui 17 mandados de busca e apreensão em quatro cidades maranhenses, abrangendo não apenas São Benedito do Rio Preto, mas também Jatobá, Urbano Santos e a capital, São Luís. A investigação aponta que os recursos do Fundeb estavam sendo desviados para empresas sem vínculos com a educação, possivelmente para comprar apoio eleitoral.
Impactos Diretos
Os desvios têm implicações diretas na educação local. A CGU alerta que estudantes podem ficar sem transporte escolar adequado e que diversas obras em escolas estão paralisadas. Condições precárias nas instituições de ensino, como goteiras, falta de ventilação e banheiros insalubres, podem ser agravadas devido à falta de recursos.
A PF identificou irregularidades na contratação de empresas, incluindo restrições à competitividade em licitações e pagamentos sem respaldo contratual. Os envolvidos poderão responder por crimes de peculato, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral.
As autoridades ainda não obtiveram retorno da prefeitura sobre os afastamentos, e a investigação segue em andamento, com a expectativa de mais desdobramentos.
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