- A CPMI do INSS intensifica ações para garantir o comparecimento de testemunhas convocadas; o presidente, senador Carlos Viana, informou que pode pedir prisão temporária na Justiça Federal para quem não marcar depoimento até o fim de semana.
- A medida busca contornar atrasos e ausências já relatados por convocados.
- Em reunião realizada em 23 de outubro, Viana afirmou que acionará os advogados dos convocados para agendar as datas de comparecimento; se não houver resposta até o fim de semana, haverá votação de requerimento para prisão temporária.
- Há outros convocados que ainda não responderam às tentativas de contato da comissão, e a CPMI poderá discutir a prisão desses indivíduos na próxima semana.
- A atuação reforça a obrigatoriedade de comparecimento e a busca por esclarecer questões relacionadas ao INSS.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS intensificou suas ações para garantir o comparecimento de testemunhas convocadas. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, anunciou que poderá solicitar à Justiça Federal a prisão temporária de quem não marcar depoimento até o próximo final de semana. A medida visa contornar os atrasos e ausências já relatados por convocados.
Viana destacou que muitos depoentes estão formalmente convocados, mas têm adiado suas oitivas. Em uma reunião realizada nesta quinta-feira, 23 de outubro, o senador afirmou que entrará em contato com os advogados dos convocados para que agendem as datas de comparecimento. Caso não haja resposta até o fim de semana, ele colocará em votação um requerimento para a prisão temporária dos faltantes.
Além disso, o senador mencionou que há outros convocados que ainda não responderam às tentativas de contato da comissão. A CPMI poderá discutir a prisão desses indivíduos na próxima semana, reforçando a obrigatoriedade de comparecimento dos depoentes. A pressão da comissão reflete a urgência em esclarecer questões relacionadas ao INSS e garantir a efetividade do processo investigativo.
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