- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a viagem de Sílvio de Melo Rocha para Belo Horizonte entre 27 e 29 de outubro, para consultas médicas relacionadas ao tratamento de câncer.
- A decisão foi publicada na sexta-feira, 24 de outubro, e mantém inalteradas as demais medidas cautelares.
- Rocha é acusado de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo organização de caravanas e invasão ao Congresso Nacional.
- A defesa afirma diagnóstico de neoplasia maligna e necessidade de avaliação para possível transplante de medula óssea na Santa Casa de Belo Horizonte; autorização depende de comprovantes da consulta em até 48 horas após o atendimento.
- O processo está pronto para julgamento, aguardando inclusão em pauta após as alegações finais da acusação e da defesa; Moraes reforçou que novas solicitações de flexibilização por motivos médicos devem ser apresentadas previamente nos autos.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a viagem do réu Sílvio de Melo Rocha para Belo Horizonte, entre os dias 27 e 29 de outubro, para consultas médicas relacionadas ao seu tratamento de câncer. A decisão foi publicada na última sexta-feira, 24 de outubro. Rocha é acusado de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo a organização de caravanas e a invasão do Congresso Nacional.
A defesa do réu argumentou que ele possui diagnóstico de neoplasia maligna e precisa de avaliação para um possível transplante de medula óssea na Santa Casa de Belo Horizonte. Moraes condicionou a autorização à apresentação de comprovantes da consulta em até 48 horas após o atendimento, além de ressaltar que todas as medidas cautelares permanecem inalteradas.
Sílvio de Melo Rocha enfrenta várias acusações, como associação criminosa armada e tentativa de golpe de Estado, além de ter sido filmado durante a comemoração das depredações na Praça dos Três Poderes. O processo penal em que Rocha é réu já está pronto para julgamento, aguardando a inclusão em pauta após as alegações finais da acusação e defesa.
Moraes também destacou que novas solicitações de flexibilização, por motivos médicos, devem ser apresentadas previamente nos autos. O ministro reafirma a necessidade de rigor nas medidas cautelares em casos de réus envolvidos em crimes graves.
Entre na conversa da comunidade