- Eleitores de Santa Quitéria, cidade cearense com cerca de 42 mil habitantes, voltam às urnas em 26 de outubro para a eleição suplementar de prefeito.
- O pleito ocorre após a prisão do atual prefeito reeleito, José Braga Barrozo, conhecido como Braguinha, por suspeita de ligação com o Comando Vermelho (CV); o mandato foi cassado pela Justiça Eleitoral.
- São três candidatos: o presidente da Câmara de Vereadores, Joel Barroso (PSB) — filho de Barrozo; Candida Maria Pessoa (União); e Ligia Maria Benevinuto (PT). Os vices são Francisco das Chagas Paiva (PSB), Rafael Vaz (MDB) e Rayana Bendor (PT).
- O Tribunal Superior Eleitoral aprovou o envio de agentes federais para garantir a segurança no pleito, após solicitação de forças federais de segurança.
- Investigações indicam que a chapa de Barrozo teve apoio do CV nas eleições de dois mil e vinte e quatro; o Ministério Público Eleitoral denunciou ameaças a eleitores, pichações e uso de drogas para compra de votos; Braguinha foi preso em 1º de janeiro de 2025, e seu vice Francisco Gardel Mesquita Ribeiro foi afastado e declarado inelegível pelo TRE.
Eleitores de Santa Quitéria, município cearense com aproximadamente 42 mil habitantes, retornarão às urnas em 26 de outubro para uma eleição suplementar. O pleito ocorre após a prisão do prefeito reeleito, José Braga Barrozo, conhecido como Braguinha, por suspeitas de ligação com o Comando Vermelho (CV). A Justiça Eleitoral cassou seu mandato, gerando um cenário de incertezas e investigações sobre violência eleitoral.
Três candidatos disputam a prefeitura: Joel Barroso (PSB), filho de Barrozo e atual presidente da Câmara de Vereadores; Candida Maria Pessoa (União); e Ligia Maria Benevinuto (PT). Os vices são Francisco das Chagas Paiva (PSB), Rafael Vaz (MDB) e Rayana Bendor (PT), respectivamente. O apoio de forças federais de segurança foi solicitado para garantir a realização da votação, devido ao histórico de intimidações e ameaças durante a última campanha.
As investigações indicam que a chapa de Barrozo teve apoio do CV nas eleições de 2024. O Ministério Público Eleitoral denunciou que houve ameaças a eleitores de outros candidatos, além de registros de pichações e uso de drogas para compra de votos. Frases como “Se apoia o Tomás, vai entrar no problema” foram encontradas em muros da cidade. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de agentes federais para garantir a segurança no pleito.
Braguinha foi preso em 1º de janeiro de 2025, horas antes de sua posse. Seu vice, Francisco Gardel Mesquita Ribeiro, não foi detido, mas também foi afastado e declarado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará. A nova eleição representa uma oportunidade para a cidade superar os desafios impostos pela violência e pela corrupção.
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