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Bilionário doa 130 milhões para pagar militares durante o fechamento do governo

Timothy Mellon doa US$ 130 milhões para salários de militares durante shutdown; Pentágono aceita doação, questionando o Ato de Antideficiência

Timothy Mellon, visto do lado de fora de um trem de inspeção durante uma visita a propriedades em 1981
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  • Timothy Mellon, herdeiro da família Mellon, fez uma doação de US$ 130 milhões para garantir o pagamento de salários de militares durante o shutdown; o The New York Times citou fontes anônimas sobre a aceitação pelo Pentágono.
  • O Pentágono confirmou que aceitou o valor para assegurar que os militares não ficassem sem salários durante a paralisação, mas a legalidade da doação sob o Ato de Antideficiência é questionada.
  • A família Mellon acumula patrimônio estimado em US$ 14,1 bilhões; Timothy tem fortuna avaliada em cerca de US$ 1 bilhão, embora tenha negado esse valor em declarações anteriores. Em dois mil e vinte e quatro, Mellon investiu mais de US$ 165 milhões em candidatos republicanos, incluindo US$ 25 milhões para Trump.
  • Mellon é conhecido por seu perfil discreto, morando principalmente em seu rancho no Wyoming; é bisneto do banqueiro Thomas Mellon e neto do ex-secretário do Tesouro Andrew Mellon, e desde dois mil e dezoito figura entre os maiores doadores políticos, com apoio a iniciativas do Partido Republicano e a um super PAC pró-Trump.
  • A doação de US$ 130 milhões é uma das maiores contribuições individuais já registradas; o governo deixou de exigir contrapartidas, visando manter salários, mas o episódio levanta questões éticas e legais em tempos de crise orçamentária.

Timothy Mellon, herdeiro da fortuna da família Mellon e conhecido por suas doações ao ex-presidente Donald Trump, fez uma doação de US$ 130 milhões para garantir o pagamento de salários de militares durante o shutdown do governo dos Estados Unidos. A informação foi revelada pelo *The New York Times*, que citou fontes anônimas sobre a aceitação da doação pelo Pentágono.

A doação foi anunciada em meio a um impasse orçamentário que levou à paralisação do governo, afetando o pagamento de funcionários públicos, incluindo os membros das Forças Armadas. O Pentágono confirmou que aceitou o valor para assegurar que os militares não ficassem sem salários durante o período de inatividade. Apesar disso, a legalidade da doação sob o Ato de Antideficiência está sendo questionada, uma vez que este ato proíbe gastos não autorizados pelo Congresso.

Contexto Financeiro da Família Mellon

A família Mellon possui um patrimônio estimado em US$ 14,1 bilhões. Timothy Mellon, por sua vez, tem sua fortuna individual avaliada em cerca de US$ 1 bilhão, embora tenha negado essa condição em declarações anteriores. Em 2024, Mellon já havia investido mais de US$ 165 milhões em candidatos republicanos, incluindo uma doação significativa de US$ 25 milhões para Trump.

Mellon é conhecido por seu perfil discreto, residindo na maior parte do tempo em seu rancho em Wyoming. Ele é bisneto do banqueiro Thomas Mellon e neto do ex-secretário do Tesouro Andrew Mellon. Desde 2018, Mellon tem se destacado como um dos maiores doadores políticos, contribuindo também para iniciativas do Partido Republicano, como o financiamento de um super PAC pró-Trump.

O impacto de sua doação de US$ 130 milhões é significativo, pois representa uma das maiores contribuições individuais registradas até hoje. O governo aceitou a doação com base na sua autoridade de aceitação de presentes, mas a situação levanta questões sobre a ética e a legalidade desse tipo de apoio financeiro em tempos de crise orçamentária.

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