- Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, confirmou pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina nesta segunda-feira, 27, e disse que Carol de Toni também é pré-candidata, com o apoio de Jair Bolsonaro.
- Ele afirmou não haver planos para excluir Carol da disputa, ressaltando que os dois representam o apoio de Bolsonaro no estado e precisam de união em torno da candidatura.
- Carol de Toni está em negociação com o partido Novo e recebeu convites de União Brasil e MDB.
- O governador Jorginho Mello prometeu apoio a Carol inicialmente, mas passou a defender a candidatura do senador Esperidião Amin à reeleição, o que gerou insatisfação de Carol, que pode buscar outra legenda.
- Eduardo Bolsonaro, irmão de Carlos, pediu defesa da candidatura do irmão e disse que apoiadores de Bolsonaro valorizam a figura do ex-presidente em vez de diretrizes partidárias, com novas movimentações esperadas conforme o período eleitoral se aproxima.
Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, confirmou sua pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina nesta segunda-feira, 27. Ele afirmou que a deputada federal Carol de Toni também é pré-candidata, ambos com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita em meio a um contexto de disputas internas e negociações entre partidos.
Carlos esclareceu que não há planos para que Carol seja excluída da disputa, contrariando rumores. Em suas redes sociais, ele mencionou que ambos representam o apoio de Jair Bolsonaro no estado, destacando a necessidade de união em torno da candidatura. Carol, por sua vez, está em negociações com o partido Novo e recebeu convites de outras siglas, como União Brasil e MDB.
Conflitos Internos
A situação se complica com a posição do governador Jorginho Mello, que inicialmente prometeu apoio a Carol, mas agora defende a candidatura do senador Esperidião Amin à reeleição. Carol expressou sua insatisfação, afirmando que, se sua palavra não for cumprida, buscará outra legenda que não esteja vinculada a “caciques partidários”.
Eduardo Bolsonaro, deputado e irmão de Carlos, também se manifestou em defesa da candidatura do irmão, afirmando que os apoiadores de Bolsonaro priorizam a figura do ex-presidente em vez de seguir diretrizes partidárias. Ele criticou a ideia de que Carlos seria culpado pelas ações do partido, reforçando a autonomia dos eleitores bolsonaristas.
A disputa por espaço na chapa de direita em Santa Catarina continua intensa, com a expectativa de novas movimentações à medida que se aproxima o período eleitoral.
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