- A Paraná Pesquisas aponta aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 47,9% (era 42,9% em agosto), enquanto a rejeição entre evangélicos chega a 59,4%.
- A desaprovação geral do governo é de 49,2%; entre católicos, a aprovação é de 50,5%; 33,5% consideram a gestão péssima e 22,3% avaliam como regular.
- A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de outubro com 2.020 pessoas, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
- Em cenários para 2026, Lula aparece na frente em todas as hipóteses, incluindo disputa com Jair Bolsonaro, onde Lula tem 37% e Bolsonaro 31%.
- Não obstante a rejeição, a equipe do governo busca converter o desagrado entre evangélicos em apoio, em meio a um cenário considerado de recuperação da competitividade do presidente; o estudo tem confiança de 95%.
Pesquisas recentes da Paraná Pesquisas, divulgadas nesta terça-feira (28), revelam um aumento na aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que agora atinge 47,9%, uma elevação em relação aos 42,9% registrados em agosto. No entanto, a rejeição entre eleitores evangélicos permanece alta, alcançando 59,4%. Este cenário destaca a complexidade da situação política do presidente, que tenta conquistar um eleitorado historicamente crítico.
Além da rejeição entre os evangélicos, a desaprovação geral do governo é significativa, com 49,2% dos brasileiros expressando opiniões negativas. Entre os católicos, a aprovação é ligeiramente maior, com 50,5% de apoio. Mesmo assim, 33,5% dos entrevistados consideram a gestão de Lula como péssima, enquanto 22,3% a avaliam como regular. A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de outubro com 2.020 pessoas e possui uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Cenários Eleitorais
Apesar da rejeição, Lula aparece à frente em todos os cenários eleitorais para 2026, incluindo uma possível disputa contra Jair Bolsonaro, onde Lula teria 37% das intenções de voto contra 31% de Bolsonaro. Esses dados indicam uma recuperação na competitividade do presidente, que, mesmo com desafios, mantém uma posição favorável nas pesquisas.
A equipe do governo enfrenta o desafio de converter a insatisfação dos evangélicos em apoio, uma tarefa complexa que poderá influenciar diretamente os resultados eleitorais futuros. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, refletindo um retrato atual da opinião pública em relação ao governo Lula e suas perspectivas políticas.
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