Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Braga Netto aponta falhas na ação golpista e recorre ao STF

Braga Netto apresenta embargos de declaração ao STF para reduzir pena de 26 para 25 anos e 6 meses, alegando erro material na soma das condenações

Walter Braga Netto, preso no Rio de Janeiro. Foto: Carl DE SOUZA / AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • General Walter Braga Netto foi condenado a 26 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal, com 24 anos em regime fechado e 2 em detenção; nesta segunda-feira, 27, ele apresentou embargos de declaração para contestar a pena e pedir ajuste para 25 anos e 6 meses.
  • A defesa sustenta que houve erro material na soma das penas e que as decisões da Primeira Turma não foram plenamente consideradas, citando impactos na instrução processual.
  • Os advogados questionam a validade da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmando que ele foi coagido a alterar depoimento, e alegam que novas questões não foram enfrentadas nos votos da 1ª Turma.
  • A peça recursal afirma que a dosimetria da pena foi feita de forma incorreta, defendendo que a soma final deveria ser 25 anos e 6 meses.
  • Braga Netto esteve envolvido nos planos golpistas conhecidos como “Copa 2022” e “Punhal Verde e Amarelo”, que fazem parte da acusação do caso.

O general Walter Braga Netto, condenado a 26 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou embargos de declaração nesta segunda-feira, 27. A defesa alega injustiça na pena, contestando a soma das penas e pedindo um ajuste para 25 anos e 6 meses. A condenação se relaciona à sua atuação em tentativas de golpe de Estado, incluindo os planos conhecidos como “Copa 2022” e “Punhal Verde e Amarelo”.

Os advogados de Braga Netto argumentam que o STF não considerou adequadamente decisões da Primeira Turma que poderiam impactar a instrução processual. Além disso, a defesa questiona a validade da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, que teria sido coagido a alterar seu depoimento. O recurso destaca que as novas alegações não foram devidamente analisadas nos votos da Primeira Turma.

Implicações da Pena

A defesa ainda contesta a dosimetria da pena, afirmando que a somatória foi feita de forma incorreta. O documento apresentado ao STF menciona que, ao final do julgamento, a soma das penas deveria totalizar 25 anos e 6 meses, e não 26 anos. Para a defesa, isso configura um erro material que precisa ser corrigido.

O ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022 foi uma figura central nos desdobramentos dos planos golpistas, recebendo uma das penas mais severas do processo. A condenação inclui 24 anos de reclusão em regime fechado, além de 2 anos de detenção e 100 dias-multa, cada um no valor de um salário mínimo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais