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Castro rejeita objetivo político de operação no Rio

Castro afirma que a megaoperação no Rio não tem objetivo político; foi planejada há mais de sessenta dias e contou com o Ministério Público

Após críticas ao governo Lula, Cláudio Castro baixa tom, pede integração na segurança pública e nega objetivo político de operação no Rio. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
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  • O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ), negou que a megaoperação contra o crime na capital tenha objetivos políticos e disse que não precisa da ação para se reeleger, já que foi eleito em dois mil e vinte e dois com quase sessenta por cento dos votos. Casto criticou a ADPF das Favelas (ADPF 635) ao afirmar que suas limitações contribuíram para o aumento da criminalidade.
  • A operação, planejada há mais de sessenta dias, contou com apoio do Ministério Público e foi uma das mais letais da história do estado, com oitenta e um prisões e mais de sessenta mortos, entre eles quatro policiais. Castro disse, em entrevista à CNN Brasil, que a ação é uma resposta ao Comando Vermelho (CV), que segundo ele atua de forma terrorista contra as forças de segurança.
  • O governador também criticou o governo federal, afirmando que solicitou equipamentos às Forças Armadas, porém todos os pedidos teriam sido negados. O Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmou ter atendido prontamente às solicitações do governo fluminense.
  • Após criticar o governo de Lula, Castro informou ter entrado em contato com Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, para tentar amenizar a crise, destacando a necessidade de uma visão mais ampla da segurança pública por parte do governo central.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ), negou nesta terça-feira (28) que a recente megaoperação contra o crime na capital tenha objetivos políticos. Ele afirmou que não precisa dessa operação para garantir sua reeleição, uma vez que já foi eleito em 2022 com quase 60% dos votos. Castro criticou a ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, alegando que suas limitações contribuíram para o aumento da criminalidade.

A operação, planejada há mais de 60 dias, teve o apoio do Ministério Público e se destacou por ser uma das mais letais da história do Rio, resultando em 81 prisões e mais de 60 mortos, incluindo quatro policiais. Durante entrevista à CNN Brasil, o governador declarou que a ação é uma resposta à atuação do Comando Vermelho (CV), que, segundo ele, tem se comportado de maneira terrorista contra as forças de segurança.

Críticas ao Governo Federal

Castro também expressou descontentamento com o governo federal, afirmando que solicitou equipamentos às Forças Armadas, mas teve todos os pedidos negados. Ele ressaltou que o estado está enfrentando a situação de segurança pública sem apoio adequado. O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por sua vez, rebateu as acusações, garantindo que atendeu prontamente a todas as solicitações do governo fluminense.

Além disso, após suas críticas ao governo Lula (PT), Castro entrou em contato com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, em uma tentativa de suavizar a crise gerada. Ele enfatizou a necessidade de uma visão mais ampla da segurança pública por parte do governo central, afirmando que a prioridade deve ser a proteção da vida das pessoas.

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