- Faleceu em 27 de outubro de 2025, aos 78 anos, após internação de sete meses, por sepse respiratória agravada por complicações pós-COVID-19.
- Natural de Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, formou-se em Direito pela Universidade do Estado da Guanabara em 1969 e criou o escritório Sergio Bermudes Advogados, que hoje tem mais de 130 advogados.
- Lecionou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e participou de comissões de reforma, como a do Código de Processo Civil.
- Contribuiu em casos emblemáticos, incluindo a defesa de Clarice Herzog e a ação coletiva de poupadores contra instituições financeiras nos anos oitenta e noventa.
- A OAB do Distrito Federal lamentou a morte, destacando o legado de excelência, ética e justiça, com comentários de Paulo Maurício Siqueira e Délio Lins e Silva Junior.
Faleceu nesta segunda-feira, 27 de outubro de 2025, o advogado Sergio Bermudes, aos 78 anos. Ele estava internado há sete meses e morreu em decorrência de sepse respiratória, agravada por complicações pós-COVID-19. Bermudes, uma das figuras mais influentes da advocacia brasileira, deixa um legado imenso no direito nacional.
Natural de Cachoeiro do Itapemirim/ES, Bermudes formou-se em Direito pela Universidade do Estado da Guanabara em 1969 e fundou o escritório Sergio Bermudes Advogados, que se tornou uma das maiores bancas do Brasil, com mais de 130 advogados. Ele lecionou em diversas instituições, incluindo a PUC/RJ e a Uerj, e foi membro ativo de comissões de reforma, como a do Código de Processo Civil.
Caso Herzog e legado
Bermudes foi reconhecido por sua atuação em casos emblemáticos, como a defesa de Clarice Herzog, viúva do jornalista Vladimir Herzog, contra a ditadura, e a ação coletiva dos poupadores contra instituições financeiras nos anos 80 e 90. Sua carreira acadêmica foi marcada por diversas publicações e pela formação de novas gerações de juristas.
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