- A foto de Lula com Donald Trump, registrada na Malásia, gerou recorde de engajamento nas redes sociais, segundo a Quaest, com mais de 72 milhões de visualizações, 22 milhões de curtidas e 7,5 milhões de compartilhamentos.
- O registro divulgado no último domingo, 26 de outubro de 2025, supera o recorde anterior da imagem de Lula com a primeira-dama Janja, que alcançou 65 milhões de visualizações em agosto de 2021.
- A imagem simboliza a reaproximação entre Brasil e Estados Unidos e evidencia a polarização nas redes, segundo a Quaest.
- A Quaest apontou que quarenta e oito por cento dos comentários foram neutros, com 26 por cento de sentimentos positivos e 20 por cento de negativos, destacando a “guerra de narrativas” entre direita e esquerda.
- Em comparação, a foto dos Obama, considerada históricamente icônica, somava 63 milhões de visualizações, mostrando a evolução do papel das redes sociais na política moderna.
A foto do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, registrada na Malásia, atingiu um recorde de engajamento nas redes sociais. De acordo com a consultoria Quaest, a imagem, divulgada no último domingo, 26 de outubro de 2025, acumulou mais de 72 milhões de visualizações, 22 milhões de curtidas e 7,5 milhões de compartilhamentos.
Esse novo marco supera o recorde anterior, que pertencia à foto de Lula com a primeira-dama Janja, que viralizou em agosto de 2021, alcançando 65 milhões de visualizações. A nova imagem simboliza não apenas a reaproximação entre os governos do Brasil e dos EUA, mas também a polarização nas redes sociais. Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, “a foto é um exemplo claro da política como imagem, que, mesmo sem legenda, fala sobre o que aconteceu”.
Análise do Engajamento
A análise da Quaest revelou que 54% das menções sobre a foto de Lula e Trump foram neutras, enquanto 26% expressaram sentimentos positivos e 20% negativos. Esses dados refletem a atual polarização nas redes sociais, onde narrativas políticas se confrontam. Nunes comentou que esse fenômeno é resultado da “guerra de narrativas”, com a direita tentando associar a imagem a Jair Bolsonaro e a esquerda celebrando a nova fase política.
Além disso, a comparação com imagens icônicas, como o abraço entre Barack e Michelle Obama em 2012, demonstra como o contexto das redes sociais evoluiu. A foto dos Obamas, que anteriormente detinha o título de mais compartilhada, somava 63 milhões de visualizações à época.
A imagem de Lula e Trump não apenas gera discussões, mas também destaca o papel das redes sociais na formação da opinião pública contemporânea. A repercussão desse encontro evidencia a importância das imagens na política moderna e como elas podem moldar percepções e narrativas.
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