- A operação Contenção, ocorrida em vinte e oito de outubro de dois mil e vinte e cinco, resultou em cento e vinte mortes no Complexo da Penha e Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro.
- O Partido Socialista Brasileiro protocolou no Supremo Tribunal Federal a ADPF 635, denunciando tortura e execuções e pedindo investigação federal.
- O documento aponta indícios de tortura e execuções extrajudiciais, com relatos de tiros na testa e nas costas, além de marcas de esfaqueamento, agressões a moradores e incêndios em residências.
- O governador Cláudio Castro classificou a operação como um sucesso; o PSB solicita que investigações sejam conduzidas pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal para garantir imparcialidade.
- A Organização das Nações Unidas expressou horror e pediu apuração rápida; moradores relataram clima de pânico com disparos de helicópteros e confrontos, e o PSB afirma que a operação marca um novo capítulo na violência policial, superando Jacarezinho e Carandiru.
A Operação Contenção, realizada no dia 28 de outubro de 2025, resultou em cerca de 120 mortes no Complexo da Penha e Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro. O Partido Socialista Brasileiro (PSB) protocolou uma denúncia no Supremo Tribunal Federal (STF), através da ADPF 635, alegando graves violações de direitos humanos. O governador Cláudio Castro classificou a operação como um sucesso, enquanto a ONU expressou horror diante dos eventos e pediu investigações rápidas.
Na petição, o PSB aponta indícios de tortura e execuções extrajudiciais. O documento destaca que muitos dos corpos apresentavam sinais de execução, como tiros na testa e nas costas, além de marcas de esfaqueamento. Relatos de agressões a moradores e incêndios em residências por parte da polícia também foram mencionados. O partido critica a ideia de que se pode combater o crime cometendo crimes.
Repercussões e Investigações
A manifestação do PSB, assinada por advogados renomados, solicita que as investigações sejam conduzidas por autoridades federais, como o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, para garantir imparcialidade. O governador Castro, por sua vez, rejeitou críticas do governo federal e afirmou que não aceitará politicagem em relação à operação.
A ONU, através do Conselho de Direitos Humanos, pediu uma apuração rápida e eficaz sobre as alegações de violações. O clima de pânico entre os moradores durante a operação foi relatado, com disparos de helicópteros e confrontos nas comunidades. O PSB considera que a operação marca um novo capítulo na história da violência policial no Brasil, superando casos emblemáticos como a chacina do Jacarezinho e o massacre do Carandiru.
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