- O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou que a operação nas comunidades de Vila Kennedy, Complexos do Alemão e da Penha resultou em 132 mortes, segundo a Defensoria Pública; 58 falecimentos já foram confirmados e o número deve aumentar.
- Castro classificou a operação como um “sucesso” mesmo com as perdas, e disse que as únicas vítimas foram quatro policiais; agradeceu às forças de segurança e solidarizou-se com as famílias.
- Durante a coletiva na manhã de 29 de outubro, o governador afirmou que a operação representa o início de um “grande processo” no combate ao crime organizado.
- Castro criticou o governo federal, pediu apoio técnico e financeiro, e solicitou a liberação de vagas em presídios federais para líderes de facções.
- Ele disse que o Rio de Janeiro se tornou um “bunker” para o crime organizado e informou ter recebido apoio de governadores de outros estados, reiterando a necessidade de cooperação federal e aguardando visita de autoridades federais.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou que a recente operação nas comunidades da Vila Kennedy, Complexos do Alemão e da Penha resultou em 132 mortes. Segundo a Defensoria Pública, 58 falecimentos foram confirmados até o momento, e esse número deve aumentar à medida que os corpos são contabilizados. Castro definiu a operação como um “sucesso”, apesar das vidas perdidas.
Durante coletiva de imprensa, realizada na manhã do dia 29 de outubro, Castro destacou que as únicas vítimas foram os quatro policiais que perderam a vida. Ele agradeceu às forças de segurança e expressou solidariedade às famílias dos agentes. O governador mencionou que a operação representa o início de um “grande processo” no combate ao crime organizado.
Críticas ao Governo Federal
Castro não hesitou em criticar o governo federal durante sua fala. Ele pediu apoio técnico e financeiro, além da liberação de vagas em presídios federais para líderes de facções. O governador enfatizou que o Rio de Janeiro se tornou um “bunker” para o crime organizado, com facções de outros estados operando na região.
Ele também se reuniu virtualmente com governadores de outros estados, onde recebeu apoio e parabenizações pela operação. Castro reiterou a necessidade de uma colaboração mais efetiva do governo federal, afirmando que o estado não pode enfrentar essa “guerra” sozinho. Ele espera que as autoridades federais visitem o Rio para discutir estratégias de segurança.
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