- A vice‑presidência nacional do PT, Washington Quaquá, apoiou a megaoperação no Rio de Janeiro, que prendeu 113 criminosos do Comando Vermelho e deixou 121 mortos, em ação realizada na terça-feira 28.
- Quaquá afirmou que “ninguém enfrenta fuzil com beijinhos”, defendeu endurecimento da estratégia de combate e citou mortes com ressalvas, destacando que a maioria das vítimas eram criminosos que resistiram à ação.
- O vice‑presidente criticou a comunicação com o governo federal e afirmou que alguns inocentes teriam morrido, mas a maior parte eram portadores de fuzis, defendendo que parte da operação foi positiva.
- Ele propôs planejamento mais eficaz, incluindo o fechamento do morro para sufocar o crime e uma resposta mais contundente contra o tráfico para retomar territórios.
- A operação resultou na apreensão de 91 fuzis e Quaquá ressaltou que o governo estadual precisa atuar junto com o governo federal e prefeituras para enfrentar o crime organizado sem transformar o território em espaço de guerra.
O vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, manifestou apoio à megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro, que resultou na prisão de 113 criminosos do Comando Vermelho e deixou 121 mortos, sendo a maioria civis. A operação, realizada na terça-feira (28), gerou controvérsias entre membros do partido e do governo, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se disse “estarrecido” com a ação.
Quaquá, que também é prefeito de Maricá, defendeu que “ninguém enfrenta fuzil com beijinhos” e sugeriu um endurecimento da estratégia de combate ao crime. Apesar de reconhecer as críticas sobre a comunicação com o governo federal e lamentar as mortes, ele argumentou que a maioria das vítimas era de criminosos que resistiram à ação policial. “Alguns inocentes morreram, mas a grande maioria era de gente que portava fuzil”, afirmou.
Críticas e Propostas
O vice-presidente criticou a abordagem da operação e sugeriu um planejamento mais eficaz, como o fechamento do morro para sufocar gradualmente o crime. Ele enfatizou a necessidade de uma resposta mais contundente contra o tráfico, defendendo que o combate deve incluir “tiro, porrada e bomba” para recuperar o controle dos territórios dominados por narcotraficantes.
A operação também resultou na apreensão de 91 fuzis, uma das maiores quantidades em uma única ação policial. Quaquá acredita que o governo estadual deve se unir ao federal e às prefeituras para enfrentar o crime organizado de forma mais eficaz, destacando a importância de uma estratégia que não transforme o território em um espaço de guerra.
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