- A campanha de arrecadação para as famílias dos quatro policiais mortos na Operação Contenção, no Rio de Janeiro, atingiu R$ 773 mil, quase o dobro da meta de R$ 400 mil, com expectativa de doar R$ 100 mil a cada família.
- Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) informou o resultado pelas redes sociais e pediu o encerramento da campanha, ainda que doações possam continuar por cerca de quinze dias; o dinheiro será destinado às famílias.
- A mobilização contou com apoio de Nikolas Ferreira (Partido Liberal) que compartilhou o link da arrecadação, destacando a importância de ajudar quem perdeu entes queridos.
- Imagens divulgadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro mostram os momentos finais de dois policiais mortos, o sargento Cleiton Gonçalves e o policial civil Rodrigo Cabral, que entrou na corporação há quarenta dias.
- A operação tinha como objetivo conter a expansão do tráfico e deixou quatro policiais mortos e cento e dezessete civis vitimados, a maioria vinculada ao Comando Vermelho, conforme investigações.
A campanha de arrecadação para apoiar as famílias dos quatro policiais mortos durante a Operação Contenção no Rio de Janeiro superou as expectativas, atingindo R$ 773 mil, quase o dobro da meta inicial de R$ 400 mil. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou o resultado em suas redes sociais, destacando que o valor será destinado às famílias dos policiais.
A arrecadação, que tinha como objetivo principal a doação de R$ 100 mil para cada família, ainda poderá receber contribuições por cerca de 15 dias, mesmo após a solicitação de encerramento feita por Bolsonaro. Ele reforçou que todo o montante arrecadado será entregue às famílias dos policiais que perderam a vida no combate ao Comando Vermelho.
Apoio e Mobilização
Entre os apoiadores da campanha, destaca-se o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que também compartilhou o link da arrecadação em suas redes sociais. Ferreira enfatizou a importância do apoio àqueles que “deram suas vidas por nós”, ressaltando que qualquer ajuda é significativa.
Imagens divulgadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro mostraram os momentos finais de dois dos policiais mortos: o sargento Cleiton Gonçalves e o policial civil Rodrigo Cabral, que havia se juntado à corporação há apenas 40 dias. A tragédia ocorreu em uma operação para conter a expansão do tráfico na região, onde, além dos quatro policiais, 117 civis também perderam a vida. A maioria dos civis mortos estava ligada ao Comando Vermelho, conforme indicam investigações da polícia.
A mobilização em torno da campanha reflete o apoio da sociedade aos policiais, reconhecendo o sacrifício feito em defesa da segurança pública.
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