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Brasil reafirma compromisso com a abordagem Uma Só Saúde

Ministério da Saúde reforça vigilância integrada no Dia Mundial/Nacional de Uma Só Saúde e amplia políticas que conectam saúde humana, animal e ambiental

Brasil reafirma compromisso com a abordagem Uma Só Saúde
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  • Em três de novembro, Dia Mundial e Nacional de Uma Só Saúde, o Brasil reforça vigilância integrada entre saúde humana, animal, vegetal e ambiental e ações contra resistência aos antimicrobianos.
  • Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, disse que a abordagem é crucial porque ameaças à saúde vão além de fronteiras; a pandemia de Covid-19 evidenciou isso e que 75% das doenças infecciosas emergentes têm origem animal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
  • Desde 2019, o Brasil avança com o Grupo Técnico de Uma Só Saúde; em 2024, o Decreto nº 12.007 instituiu o Comitê Técnico Interinstitucional, que reúne 20 órgãos e monitora o Plano de Ação Nacional de Uma Só Saúde.
  • Entre as ações, o Ministério da Saúde publica materiais como o Manual de Vigilância para tuberculose zoonótica e o Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos, visando fortalecer a integração entre setores.
  • O Brasil também se alinha às diretrizes da Aliança Quadripartite, com plano de ação até 2026, buscando adaptar as diretrizes ao contexto nacional para uma gestão integrada de riscos e redução de pandemias zoonóticas.

O Brasil celebra, em 3 de novembro, o Dia Mundial e Nacional de Uma Só Saúde, reforçando seu compromisso com a abordagem integrada de vigilância e controle de doenças. O Ministério da Saúde destaca a importância de unir as saúdes humana, animal, vegetal e ambiental para enfrentar desafios globais.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, enfatizou que a abordagem de Uma Só Saúde é crucial, pois as ameaças à saúde transcendem fronteiras. A pandemia de Covid-19 evidenciou essa necessidade, já que 75% das doenças infecciosas emergentes têm origem animal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Desde 2019, o Brasil tem avançado na implementação dessa estratégia com a criação do Grupo Técnico de Uma Só Saúde. Em 2024, o Decreto nº 12.007 instituiu o Comitê Técnico Interinstitucional, que reúne 20 órgãos e é responsável por monitorar o Plano de Ação Nacional de Uma Só Saúde.

Ações e Publicações

O Ministério da Saúde também tem ampliado a produção técnica sobre o tema. Entre as publicações estão o Manual de Vigilância para tuberculose zoonótica e o Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos. Essas iniciativas visam fortalecer a integração entre os diferentes setores de saúde.

O Brasil se alinha ainda às diretrizes da Aliança Quadripartite, que propõe um plano de ação até 2026. O foco é fortalecer sistemas de saúde e reduzir riscos de pandemias zoonóticas, entre outras ações. O Ministério busca adaptar essas diretrizes ao contexto nacional, promovendo uma gestão integrada de riscos.

Desafios e Oportunidades

A abordagem de Uma Só Saúde representa uma transformação nas políticas de saúde pública, promovendo a colaboração entre áreas historicamente isoladas. Mariângela Simão ressaltou que essa mudança de paradigma é fundamental para garantir a saúde das pessoas e do planeta. A agenda proposta é de sustentabilidade e proteção à vida, refletindo um compromisso contínuo com a saúde em suas diversas dimensões.

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