Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Castro acusa Moraes sobre a operação mais letal do Brasil

Castro envia manifestação ao ministro do STF Alexandre de Moraes defendendo operação contra o Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão, com 2.500 policiais, 121 mortos e falhas em câmeras

As alegações de Castro a Moraes sobre a operação mais letal do Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • O governador Cláudio Castro justificou a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, realizada em 28 de outubro, em resposta à expansão do Comando Vermelho; a ação foi a mais letal do Brasil e deixou 121 mortos, incluindo quatro policiais.
  • Castro enviou manifestação ao ministro Alexandre de Moraes e informou que, durante a reunião no Rio, afirmou o uso de ~2,5 mil policiais, armados com fuzis e pistolas, além de drones e helicópteros.
  • O governo divulgou que 99 pessoas foram presas ou apreendidas, com a maioria em flagrante; Castro disse que as diretrizes da ADPF das Favelas foram seguidas, garantindo legalidade e proporcionalidade.
  • A operação recebeu críticas de ONGs e da ONU; o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos disse estar horrorizado e pediu investigações rápidas.
  • Castro reconheceu falhas técnicas nas câmeras corporais usadas pela polícia, informou que as falhas foram comunicadas à empresa responsável, e ONGs destacaram uso excessivo da força e violações de direitos humanos.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, justificou a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, realizada em 28 de outubro, em resposta à expansão do Comando Vermelho. A ação, considerada a mais letal do Brasil, resultou em 121 mortos, incluindo quatro policiais. A manifestação de Castro foi enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que cobra esclarecimentos sobre as diligências.

Durante a reunião entre Castro e Moraes, o governador destacou que a operação envolveu cerca de 2,5 mil policiais, armados com fuzis e pistolas, além da utilização de drones e helicópteros. O governo informou que 99 pessoas foram presas ou apreendidas, sendo a maioria em flagrante. Castro afirmou que as diretrizes da ADPF das Favelas foram seguidas, alegando que a operação respeitou princípios de legalidade e proporcionalidade.

Críticas e Reações

A operação gerou forte reação de organizações não governamentais e da ONU. O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos expressou estar “horrorizado” e exigiu investigações rápidas sobre os eventos. Uma nota conjunta de 27 ONGs criticou a abordagem violenta, afirmando que “segurança pública não se faz com sangue”.

Além disso, o governador reconheceu falhas técnicas nas câmeras corporais utilizadas pelos policiais, que, segundo ele, deveriam ter registrado os eventos. Ele afirmou que as falhas foram comunicadas à empresa responsável pela manutenção dos equipamentos. As ONGs ressaltaram que a política de segurança no Rio de Janeiro tem sido marcada pelo uso excessivo da força e pela falta de compromisso com os direitos humanos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais