- Governo e PT propõem destinar R$ 3 bilhões dos recursos das Forças Armadas ao combate ao crime organizado, após aprovação no Senado de um projeto que garante R$ 30 bilhões para projetos estratégicos da Defesa nos próximos seis anos, com exceção fiscal de R$ 5 bilhões anuais fora do teto de gastos.
- Emenda apresentada pelos líderes do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) e Lindbergh Farias (PT-RJ), defende que 10% dos R$ 30 bilhões sejam usados para financiar a Estratégia Nacional de Enfrentamento ao Crime Organizado; a proposta depende de aprovação na Câmara e da sanção do presidente.
- Justificativa dos deputados é que os R$ 3 bilhões ajudariam a monitorar fronteiras, combater crimes em portos e aeroportos e integrar sistemas de segurança pública, com investimentos em tecnologia.
- O relator da Câmara é o general da reserva Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde; a aprovação da emenda pode representar mudança significativa na alocação de recursos para a segurança pública.
- A proposta aguarda passagem pela Câmara e sanção presidencial, sem incluir opinião pública.
A proposta do governo e do Partido dos Trabalhadores (PT) visa destinar R$ 3 bilhões dos recursos das Forças Armadas para o combate ao crime organizado. Essa sugestão surge após a aprovação de um projeto no Senado que garante R$ 30 bilhões para projetos estratégicos da Defesa nos próximos seis anos. O projeto cria uma exceção fiscal que permitirá R$ 5 bilhões anuais fora do teto de gastos.
Os líderes do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), e Lindbergh Farias (PT-RJ), apresentaram a proposta como uma emenda ao projeto original. Eles defendem que 10% dos R$ 30 bilhões sejam utilizados para financiar a Estratégia Nacional de Enfrentamento ao Crime Organizado. A proposta ainda precisa ser aprovada na Câmara e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A justificativa dos deputados é que os R$ 3 bilhões seriam fundamentais para aprimorar a atuação do governo federal em diversas ações de segurança. Entre as iniciativas estão o monitoramento de fronteiras e o combate ao crime em portos e aeroportos. Além disso, a proposta prevê a integração dos sistemas de segurança pública e investimentos em tecnologia.
O relator do projeto na Câmara é o general da reserva Eduardo Pazuello (PL-RJ), que foi ex-ministro da Saúde no governo anterior. A aprovação da emenda pode representar uma mudança significativa na alocação de recursos para a segurança pública, refletindo a urgência do governo em enfrentar o crime organizado no país.
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