- A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou imagens de 115 dos 117 mortos na Operação Conteção, realizada nos Complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro, com o objetivo de desmantelar atividades do crime organizado.
- Dos mortos, 100% eram homens; 36 tinham apenas o nome da mãe registrado; a idade média foi de 28 anos, com o mais jovem de 14 anos e o mais velho de 55 anos. O adolescente de 14 tinha investigação por ato análogo a estupro.
- Mais de 95% tinham vínculos com o Comando Vermelho; 54% eram de fora do Rio de Janeiro, com origem em Pará, Amazonas, Bahia e Goiás.
- Do total, 97 apresentavam histórico criminal relevante, sendo que 59 tinham mandados de prisão pendentes; 17 não tinham registro criminal, mas 12 teriam envolvimento apontado por redes sociais.
- Dois corpos não puderam ser identificados; o secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que a ausência de anotações criminais não é indicativo de inocência e que muitos poderiam ter sido presos se não reagissem à abordagem policial.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou um perfil com imagens de 115 dos 117 mortos na Operação Conteção, realizada nos Complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro. A operação teve como objetivo desmantelar atividades do crime organizado na região.
O levantamento revelou que 100% dos mortos eram homens. Dentre eles, 36 indivíduos (32%) tinham apenas o nome da mãe registrado em seus documentos. A idade média dos falecidos foi de 28 anos, com o mais jovem tendo apenas 14 anos e o mais velho 55 anos. O adolescente de 14 anos estava sob investigação por “ato análogo a estupro”.
Mais de 95% dos mortos tinham vínculos comprovados com o Comando Vermelho, uma das principais facções criminosas do Brasil. Além disso, 54% eram de fora do Rio de Janeiro, com a maioria originária de estados como Pará, Amazonas, Bahia e Goiás. Essa informação levanta questões sobre a migração de criminosos para a capital fluminense.
A Polícia Civil informou que 97 dos mortos apresentavam histórico criminal relevante, sendo que 59 deles tinham mandados de prisão pendentes. Embora 17 indivíduos não tivessem registro criminal, investigações apontaram que 12 deles estavam envolvidos com o tráfico, conforme evidências em redes sociais. O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que a ausência de anotações criminais não é um indicativo de inocência, enfatizando que muitos poderiam ter sido presos se não tivessem reagido à abordagem policial.
Dois corpos não puderam ser identificados, o que agrava a complexidade do caso e a necessidade de aprofundamento nas investigações.
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