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Militante histórica Clara Charf, viúva de Marighella, morre aos 100 anos

Morre aos 100 anos, em São Paulo, a ativista Clara Charf; causas naturais após entubação. Velório no Cemitério São Paulo e cremação no Crematório da Vila Alpina; legado pela Associação Mulheres pela Paz

Morre aos 100 anos Clara Charf, militante histórica e viúva de Marighella
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  • Morreu aos 100 anos, nesta segunda-feira, 3 de novembro, a ativista Clara Charf, viúva de Carlos Marighella, em São Paulo; a morte ocorreu por causas naturais após entubação.
  • Clara dedicou quase oitenta anos à luta por justiça social e foi presidente da Associação Mulheres pela Paz desde 2005; a entidade destacou seu legado na defesa dos direitos humanos e no combate à violência doméstica.
  • Foi figura de destaque no movimento feminista e atuou no PCB, na ALN e no PT, ganhando relevância na atuação política durante a ditadura militar.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou pesar, ressaltando que o Brasil perde uma mulher extraordinária cuja vida ficará gravada na memória de quem aprendeu com ela.
  • O velório acontece hoje, das 18h às 21h, no Cemitério São Paulo, em Pinheiros, seguido pela cremação no Crematório da Vila Alpina.

Morreu aos 100 anos, nesta segunda-feira, 3 de novembro, a ativista Clara Charf, viúva do militante Carlos Marighella. A falecida, que estava hospitalizada em São Paulo, teve sua morte confirmada por causas naturais, após passar por um processo de entubação. Clara dedicou quase 80 anos de sua vida à luta por justiça social no Brasil.

A Associação Mulheres pela Paz, presidida por Clara desde 2005, anunciou o falecimento, destacando seu legado na luta pelos direitos humanos e em campanhas contra a violência doméstica. Clara Charf foi uma figura proeminente no movimento feminista, especialmente durante sua trajetória nos partidos PCB, ALN e PT, onde se destacou na luta política durante a ditadura militar.

Legado e Reconhecimento

Clara Charf teve uma vida marcada por desafios e conquistas. Ela começou sua militância antes da ditadura, integrando o PCB e, posteriormente, a ALN, onde conheceu Marighella. Juntos, coordenaram o movimento feminista do partido, apoiando outras mulheres em suas lutas contra o regime. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua tristeza pela perda, afirmando que o Brasil perde uma mulher extraordinária, cuja vida “com tamanha luminosidade” ficará gravada na memória de todos que aprenderam com ela.

O velório de Clara está agendado para esta segunda-feira, das 18h às 21h, no Cemitério São Paulo, em Pinheiros, seguido pela cremação no Crematório da Vila Alpina. Clara Charf deixa um importante legado, sendo lembrada como uma mulher corajosa, generosa e combativa, que lutou incansavelmente pelos direitos das mulheres e pela justiça social no país.

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