- O Agora Tem Especialistas foi destacado no Rio Health Forum, realizado em 5 de novembro, como inovação do SUS; o secretário-executivo e ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, ressaltou o SUS como uma das maiores inovações sociais do mundo.
- O programa permite que instituições privadas usem créditos tributários para atender o SUS, criando novo fluxo de recursos para o sistema; Massuda chamou a iniciativa de “dinheiro novo para o sistema”.
- A expansão prevê 29 carretas da Saúde da Mulher, com serviços como mamografias e biópsias; a meta é chegar a 150 carretas até 2026, com unidades no Rio de Janeiro em locais estratégicos como Morro do Alemão e Japeri.
- O projeto também prevê 121 aceleradores lineares para tratamento oncológico, beneficiando mais de 84,7 mil pacientes novos; a participação de hospitais filantrópicos e privados pode gerar até R$ 2 bilhões anuais em atendimentos adicionais ao SUS.
- Desafios incluem recuperar coberturas vacinais e combater a desinformação; o Agora Tem Especialistas busca fortalecer a rede pública e a atenção especializada, por meio de maior cooperação entre setor público e privado.
O programa Agora Tem Especialistas foi destacado como uma inovação crucial para o Sistema Único de Saúde (SUS) durante o Rio Health Forum, realizado em 5 de novembro. O evento, que ocorre paralelamente à Fisweek25, reúne discussões sobre tendências e inovações na saúde. O secretário-executivo e ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, ressaltou a importância do SUS como uma das maiores inovações sociais do mundo.
Massuda enfatizou que o programa tem como objetivo ampliar o acesso à saúde e reduzir as desigualdades regionais. A iniciativa permite que instituições privadas utilizem créditos tributários para prestar serviços ao SUS, criando um novo fluxo de recursos para o sistema. “É um dinheiro novo para o sistema, uma inovação importante”, disse Massuda.
Expansão do Programa
O Agora Tem Especialistas inclui a operação de 29 carretas da Saúde da Mulher, que oferecem serviços como mamografias e biópsias em diversas regiões do país. Até 2026, a meta é aumentar para 150 carretas, focando em áreas de difícil acesso. No estado do Rio de Janeiro, as carretas estão situadas em locais estratégicos, como o Morro do Alemão e Japeri.
Além disso, o programa prevê a entrega de 121 aceleradores lineares para tratamento oncológico, beneficiando mais de 84,7 mil pacientes novos. A participação de hospitais filantrópicos e privados no programa pode gerar até R$ 2 bilhões anuais em atendimentos adicionais ao SUS, reforçando a colaboração entre o setor público e privado.
Desafios e Oportunidades
Massuda também abordou os desafios enfrentados pelo SUS, como a recuperação das coberturas vacinais e a luta contra a desinformação. O programa Agora Tem Especialistas surge como resposta a essas necessidades, buscando fortalecer a rede pública e melhorar a atenção especializada. O ministro concluiu que a colaboração e o diálogo são essenciais para enfrentar os desafios da saúde no Brasil, consolidando o SUS como um modelo de inovação social.
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