- O pastor Silas Malafaia criticou o patrulhamento de opiniões na direita em entrevista ao programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo, na quinta-feira, 6 de novembro, reiterando a liberdade de expressão em um país democrático.
- Ele afirmou que há pessoas na direita piores do que o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e pediu que parem de falar “asneiras”.
- A entrevista abordou possíveis chapas para o Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026, com nomes que incluem Carlos Bolsonaro, Caroline De Toni e Esperidião Amin; Carlos precisaria mudar domicílio eleitoral para concorrer.
- A discussão gerou tensões entre apoiadores locais, como o advogado Jeffrey Chiquini, que prefere uma chapa com Caroline De Toni e Esperidião Amin, e a deputada Ana Campagnolo, que disse que a entrada de Carlos no PL de Santa Catarina pode prejudicar Caroline.
- Carlos Bolsonaro rebateu, dizendo que Caroline continua sendo candidata bolsonarista, enquanto Malafaia afirmou não aceitar o patrulhamento de opiniões e manteve a defesa da liberdade de expressão.
O pastor Silas Malafaia criticou o patrulhamento de opiniões na direita durante uma entrevista ao programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo, na quinta-feira, 6 de novembro. Ele defendeu a liberdade de expressão em um país democrático, afirmando que é livre para opinar sobre qualquer assunto. Malafaia destacou que existem pessoas na direita que são piores do que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e pediu que parem de falar “asneiras”.
A entrevista também abordou possíveis chapas para o Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026. Os nomes mais comentados incluem o vereador carioca Carlos Bolsonaro, a deputada federal Caroline De Toni e o senador Esperidião Amin. Malafaia expressou dúvidas sobre a viabilidade dessas candidaturas, especialmente em relação a Carlos, que precisaria mudar seu domicílio eleitoral para concorrer.
Tensão entre aliados
A discussão sobre as candidaturas gerou tensões entre apoiadores locais. O advogado Jeffrey Chiquini, que busca uma vaga pelo Paraná, opinou que seria melhor uma chapa com Caroline De Toni e Esperidião Amin do que com Carlos Bolsonaro. A deputada estadual Ana Campagnolo também se envolveu na polêmica, afirmando que a chegada de Carlos ao PL de Santa Catarina poderia prejudicar a candidatura de Caroline. Carlos rebateu as críticas, afirmando que Caroline continua sendo uma candidata bolsonarista, apesar de suas movimentações políticas.
Malafaia, por sua vez, reafirmou que não aceita o patrulhamento de opiniões, enfatizando que a liberdade de opinião é um pilar do Estado democrático de direito. A situação revela um cenário de divisões e disputas internas entre os apoiadores da direita em Santa Catarina, que se intensificam à medida que as eleições se aproximam.
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