- A Polícia de Segurança Pública suspendeu por 90 dias, sem salário, um chefe do Comando de Lisboa após acusação do Ministério Público de violência doméstica; decisão publicada no Diário da República.
- A suspensão decorre de uma investigação que revelou ameaças de morte à esposa e aos sogros, além de atuação numa unidade especializada em violência doméstica.
- O policial apresentava-se como alguém com ligações a procuradores para desencorajar queixas-crime contra ele.
- A medida foi determinada pelo comandante do Comando de Lisboa da PSP, após a acusação ser tornada pública em setembro.
- A PSP afirma que a ação reforça o compromisso com ética e proteção de vítimas, destacando que não tolera violência, independentemente da posição ocupada.
Um chefe da Polícia de Segurança Pública (PSP) do Comando de Lisboa foi suspenso por 90 dias, sem salário, após ser acusado pelo Ministério Público de violência doméstica. A decisão foi publicada no Diário da República e ocorreu em decorrência de uma investigação que revelou ameaças de morte à sua esposa e aos sogros.
O policial, que atuava em uma unidade especializada em violência doméstica, se gabava de ter conexões com procuradores, tentando desencorajar queixas-crime contra ele. A situação se tornou pública em setembro, quando as acusações foram formalizadas. A suspensão foi determinada pelo comandante do Comando de Lisboa da PSP, destacando a gravidade das alegações.
A investigação levantou preocupações sobre a integridade e a conduta do chefe, que, mesmo em um cargo que deveria proteger vítimas de violência, utilizou sua posição para intimidar a família. A repercussão do caso tem gerado discussões sobre a responsabilidade dentro das forças de segurança e a necessidade de medidas rigorosas contra comportamentos abusivos.
Através dessa ação, a PSP busca reafirmar seu compromisso com a ética e a segurança, demonstrando que não tolerará qualquer tipo de violência, independentemente da posição do acusado.
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