- O Supremo Tribunal Federal, na Primeira Turma, decidiu manter Glaudiston da Silva Cabral como réu em 7 de novembro de 2025, por ofensas a ministros da Corte e por ter chamado Alexandre de Moraes de “sacrificador de crianças”; a Procuradoria-Geral da República enquadrou o réu em associação criminosa e incitação ao crime.
- O relator, ministro Alexandre de Moraes, rejeitou embargos de declaração apresentados pela defesa, que alegava falta de notificação prévia da sessão; Moraes afirmou que a pauta foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico e que os argumentos da defesa foram apreciados no acórdão.
- A Procuradoria sustenta que Cabral atuou em conjunto com outras pessoas em atos golpistas entre 2020 e 2024, com o objetivo de deslegitimar o sistema eleitoral e o Estado Democrático de Direito; as mensagens também incluíram acusações de “rituais de magia negra” e referências a “genocidas” contra Moraes.
- O julgamento ocorreu em plenário virtual, com os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia acompanhando o voto de Moraes; o ministro ressaltou a gravidade da conduta e a incitação à atuação das Forças Armadas contra os Poderes Constituídos, caracterizando tentativa de golpe de Estado.
- Em resumo, a decisão mantém Cabral como réu e reafirma a atuação associada a atos golpistas, conforme denúncia da PGR, no contexto de agressões a autoridades da Justiça.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira, 7 de novembro de 2025, manter Glaudiston da Silva Cabral como réu. Ele é acusado de ofensas a ministros da Corte, incluindo a declaração de que Alexandre de Moraes seria um “sacrificador de crianças”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) enquadrou o réu em associação criminosa e incitação ao crime.
O relator do caso, Alexandre de Moraes, rejeitou os embargos de declaração apresentados pela defesa. A defesa argumentou que não houve notificação prévia sobre a sessão de julgamento. Moraes, no entanto, destacou que a pauta foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico e que os argumentos da defesa foram analisados no acórdão. “Não merece prosperar a alegação defensiva”, afirmou o ministro.
Contexto das Acusações
A PGR sustenta que as ações de Cabral se inserem em um contexto de atos golpistas entre 2020 e 2024. De acordo com a denúncia, o réu associou-se a outras pessoas para praticar atos que visavam deslegitimar o sistema eleitoral e o Estado Democrático de Direito. Os ataques de Cabral a Moraes incluíram acusações de “rituais de magia negra” e referências a “genocidas”.
O julgamento ocorreu em plenário virtual, com os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia acompanhando o voto de Moraes. O ministro enfatizou a gravidade da conduta de Cabral, que incitou a atuação das Forças Armadas contra os Poderes Constituídos, configurando uma tentativa de golpe de Estado.
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