- Candidatos Catarina Martins, António Filipe e Jorge Pinto, do Bloco de Esquerda, Partido Comunista Português e Livre, participaram de marcha nacional da CGTP em Lisboa neste sábado, 8 de novembro de 2025, contra o pacote laboral do Governo PSD/CDS-PP.
- A passeata seguiu do Marquês de Pombal até a Avenida da Liberdade, em protesto contra o anteprojeto aprovado em julho que, na visão dos manifestantes, compromete direitos trabalhistas.
- Durante o evento, os candidatos sinalizaram que, se o pacote mantiver os termos atuais, cabe ao Presidente da República encaminhá-lo para fiscalização preventiva de constitucionalidade.
- Catarina Martins afirmou que o pacote representa um ataque ao trabalho e viola a Constituição, especialmente o direito à greve e a proibição de despedimentos sem justa causa.
- Os três candidatos, apoiados pelos seus partidos, demonstraram solidariedade aos trabalhadores e destacaram a urgência de uma posição pública unificada sobre a matéria.
Os candidatos à Presidência, Catarina Martins, António Filipe e Jorge Pinto, participaram de uma marcha nacional em Lisboa neste sábado, 8 de novembro de 2025, organizada pela CGTP. O evento visou protestar contra o pacote laboral proposto pelo Governo PSD/CDS-PP, que, segundo os manifestantes, compromete direitos trabalhistas fundamentais.
Durante a manifestação, que seguiu do Marquês de Pombal até a Avenida da Liberdade, os candidatos enfatizaram a necessidade de uma fiscalização preventiva de constitucionalidade caso o pacote mantenha os termos do anteprojeto aprovado em julho. Catarina Martins, ex-coordenadora do BE, afirmou que o pacote representa um ataque ao trabalho e viola a Constituição, especialmente em relação ao direito à greve e à proibição de despedimentos sem justa causa.
Os três candidatos, apoiados por seus respectivos partidos — Bloco de Esquerda (BE), Partido Comunista Português (PCP) e Livre — demonstraram solidariedade aos trabalhadores e criticaram a proposta do governo. Martins destacou a importância de que todos os candidatos à Presidência se posicionem sobre o impacto da legislação proposta, reforçando a urgência de uma resposta política a essa questão.
A marcha, que atraiu um grande número de participantes, reflete a crescente insatisfação com as políticas laborais do governo atual e a mobilização da esquerda em torno da defesa dos direitos dos trabalhadores.
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