- O candidato presidencial Luís Marques Mendes reforçou a importância do diálogo social para evitar uma greve geral em Portugal, durante visita às Tasquinhas em Torres Vedras.
- Ele pediu ao Governo e aos sindicatos que se comprometam com a concertação social e afirmou que tudo deve ser feito para evitar greves.
- Sobre a Lei Laboral, disse que não comentará alterações até a aprovação e só se pronunciará sobre vetos ou promulgação após a aprovação pela Assembleia da República.
- Mendes ressaltou que propostas precisam passar pelo Parlamento e que um líder sem experiência não deve fazer declarações precipitadas.
- Também defendeu reformas no Serviço Nacional de Saúde (SNS), afirmando que o problema não é falta de recursos e sim gestão, com contratação de gestores profissionais por concursos públicos, priorizando mérito sobre o cartão partidário.
O candidato presidencial Luís Marques Mendes reafirmou a importância do diálogo social para evitar uma possível greve geral em Portugal. Durante uma visita às “Tasquinhas” em Torres Vedras, Mendes fez um apelo ao Governo e aos sindicatos, enfatizando que tudo deve ser feito para evitar greves. “Recomendo a mesa das negociações e a concertação social”, destacou.
Ele também mencionou que não comentará as alterações à Lei Laboral até que esta seja aprovada. “Um Presidente da República sensato só se pronuncia sobre vetos ou promulgação após a aprovação da lei”, afirmou. O candidato ressaltou que a proposta ainda precisa passar pelo Parlamento e que um líder sem experiência não deve fazer declarações precipitadas.
Gestão Pública e Saúde
Mendes também abordou a necessidade de reformas no Serviço Nacional de Saúde (SNS), afirmando que o problema não é a falta de recursos financeiros, mas sim a gestão. Ele defendeu a contratação de gestores profissionais através de concursos públicos, em vez de nomeações políticas. “O país está farto de diagnósticos; precisamos de soluções”, afirmou.
Ao completar 40 anos de sua entrada no governo, o candidato reiterou que o papel do Presidente não é avaliar ministros, mas exigir resultados. Mendes pediu mudanças significativas na gestão do SNS, enfatizando que o mérito deve prevalecer sobre o cartão partidário.
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