- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reiterou a condenação dos réus do núcleo 3 da trama golpista, que planejava sequestrar e assassinar Moraes, Lula e Alckmin, durante o julgamento realizado nesta terça-feira, 11 de novembro; o grupo é composto por nove militares e um policial federal.
- As investigações apontam monitoramento de Moraes entre novembro e dezembro de 2022, com uso de celulares e veículos para planejar ações, além de menções às operações Punhal Verde e Copa 2022, que continham detalhes do plano golpista; mensagens entre os réus evidenciam a intenção de matar adversários.
- O julgamento já resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar o complô; a materialidade dos fatos foi considerada incontroversa, com registros documentais apresentados para sustentar as acusações.
- O Supremo Tribunal Federal (STF) reservou sessões para os dias 12, 18 e 19 de novembro para continuar a análise do caso; os réus do núcleo 3 respondem por organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, incluindo coronéis e generais que teriam pressionado comandantes das Forças Armadas.
- Além do núcleo 3, o STF já condenou 15 réus em outros núcleos; o julgamento do núcleo 2 está previsto para começar em 9 de dezembro, com expectativa de novos desdobramentos nas próximas sessões.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reiterou a condenação dos réus do núcleo 3 da trama golpista, que planejava sequestrar e assassinar figuras como o ministro Alexandre de Moraes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Durante o julgamento, que ocorreu nesta terça-feira, 11 de novembro, Gonet apresentou evidências de uma disposição homicida da organização criminosa, composta por nove militares e um policial federal.
As investigações revelaram que o grupo havia monitorado Moraes entre novembro e dezembro de 2022, utilizando celulares e veículos para planejar a execução de seus atos. O procurador também mencionou operações nomeadas Punhal Verde e Copa 2022, que continham detalhes sobre o plano golpista. As mensagens trocadas entre os réus evidenciam a intenção de matar adversários, reforçando a gravidade das acusações.
Julgamento e Provas
O julgamento já incluiu a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebeu uma pena de 27 anos e três meses por liderar o complô. Gonet destacou que a materialidade dos fatos se tornou incontroversa, com a apresentação de registros documentais que sustentam as acusações. O Supremo Tribunal Federal (STF) reservou sessões para os dias 12, 18 e 19 de novembro para continuar a análise do caso.
Os réus do núcleo 3 enfrentam diversas acusações, incluindo organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Entre os acusados estão figuras de alta patente, como coronéis e generais, que tentaram pressionar os comandantes das Forças Armadas a aderirem ao plano golpista.
Desdobramentos Futuros
Além do núcleo 3, o STF já condenou 15 réus em outros núcleos da trama. O julgamento do núcleo 2 está agendado para começar em 9 de dezembro. A situação continua a se desenrolar, com a expectativa de que novos detalhes e desdobramentos venham à tona nas próximas sessões.
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