- O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, minimizou a importância da Operação Carbono Oculto durante sessão no Senado em 12 de novembro, dizendo que o crime organizado atua em várias frentes, não apenas no tráfico, e citando a recente megaoperação contra o PCC que deixou 121 mortos, a mais letal da história do Brasil.
- Castro afirmou que a Carbono Oculto é apenas uma das cadeias utilizadas pelo crime, com ramificações em internet, gás e transporte alternativo, entre outros setores que também são alvo de atuação criminosa. A operação investiga ligações do PCC com o setor de combustíveis e o mercado financeiro, envolvendo Gaeco, Receita Federal e Polícia Militar de São Paulo.
- O governador ressaltou a necessidade de uma abordagem mais integrada no combate ao crime organizado, criticando a ideia de que a criminalidade decorre apenas de falta de oportunidades. Segundo ele, o aliciamento pelas facções é o verdadeiro problema, e “todas as comunidades têm escola e projetos culturais”.
- Durante a sessão, o deputado federal Guilherme Derrite criticou o governo Lula, dizendo que o PL Antifacção enviado pelo Planalto não apresenta soluções efetivas. A expectativa é que o projeto, com alterações, seja votado na Câmara ainda hoje.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, minimizou a importância da Operação Carbono Oculto, que investiga o crime organizado, durante uma sessão no Senado nesta quarta-feira, 12 de novembro. Ele criticou a utilização dessa operação como modelo de eficácia pelo governo federal, especialmente em contraste com a recente megaoperação contra o PCC, que resultou na morte de 121 pessoas e se tornou a mais letal da história do Brasil.
Castro destacou que o crime organizado possui diversas ramificações, não se limitando ao tráfico de drogas. Ele mencionou setores como internet, gás, transporte alternativo, entre outros, que também são alvo de atuação criminosa. “Parece que a Carbono Oculto é a solução do Brasil, mas é apenas uma das cadeias utilizadas por eles”, afirmou o governador. A operação investiga as ligações do PCC com o setor de combustíveis e o mercado financeiro, envolvendo o Gaeco, a Receita Federal e a Polícia Militar de São Paulo.
Abordagem Ampla Necessária
O governador ressaltou a necessidade de uma abordagem mais integrada no combate ao crime organizado. Ele criticou a ideia de que a criminalidade é resultado da falta de oportunidades nas comunidades, afirmando que o aliciamento pelas facções é o verdadeiro problema. “Todas as comunidades têm escola e projetos culturais”, declarou.
Durante a sessão, o deputado federal Guilherme Derrite também criticou o governo Lula, afirmando que o PL Antifacção enviado pelo Planalto não apresentava soluções efetivas. A expectativa é que o projeto, que passou por alterações, seja votado na Câmara ainda hoje. A discussão sobre a segurança pública permanece como uma das principais pautas do Brasil, segundo Castro, que vem abordando o tema há quase dois anos.
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