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Primeiros depoimentos da CPI do Crime Organizado marcam etapa importante

CPI do Crime Organizado define oitivas para a próxima semana: Andrei Rodrigues, Leandro Almada, Antônio Gláutter Morais e Lincoln Gakiya; 38 convites aprovados

O diretor-geral da PF, Andrei Passos, e o promotor do MP-SP Lincoln Gakyia - Marcelo Camargo/Agência Brasil/Nadja Kouchi/TV Cultura/Reprodução
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  • A CPI do Crime Organizado no Senado definirá os primeiros depoimentos para os dias 18 e 19 de novembro, incluindo o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada, o diretor de Inteligência Penal da Senappen, Antônio Gláutter de Azevedo Morais, e o promotor Lincoln Gakiya, todos convidados pelo relator Alessandro Vieira.
  • O objetivo da comissão é mapear falhas na integração entre o sistema prisional e as forças de segurança, conforme o plano de trabalho aprovado, que divide a investigação em nove eixos e prevê um relatório preliminar até janeiro de 2026.
  • Até o momento, foram recebidos mais de oitenta requerimentos para ouvir autoridades e quarenta e oito convites já foram aprovados, incluindo nomes como o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski e o ministro da Defesa José Múcio.
  • O relator Alessandro Vieira sustenta que as oitivas são fundamentais para entender como melhorar a cooperação entre as instituições e a atuação contra o crime organizado.
  • A CPI busca apresentar um diagnóstico detalhado da segurança pública no Brasil e propor soluções constitucionais e viáveis, mantendo o foco na melhoria da eficiência institucional.

A CPI do Crime Organizado no Senado está agendada para realizar seus primeiros depoimentos nos dias 18 e 19 de novembro. Entre os convocados estão o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o promotor Lincoln Gakiya, conhecido por seu trabalho contra o Primeiro Comando da Capital (PCC). O relator da CPI, Alessandro Vieira, busca identificar falhas na integração entre o sistema prisional e as forças de segurança.

O plano de trabalho da CPI, já aprovado, é dividido em nove eixos que abordam desde lavagem de dinheiro até controle de fronteiras. A comissão pretende apresentar um relatório preliminar até janeiro de 2026. Até o momento, foram recebidos mais de 80 requerimentos para ouvir autoridades, com 38 convites já aprovados, incluindo figuras como o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o ministro da Defesa, José Múcio.

Objetivos da CPI

A CPI visa desmistificar a segurança pública no Brasil, traçando um diagnóstico detalhado da situação atual e propondo soluções que sejam constitucionais e viáveis. As oitivas programadas são consideradas fundamentais para o êxito da comissão, segundo Vieira. A expectativa é que os depoimentos ajudem a esclarecer como as instituições podem melhorar a colaboração e a eficiência no combate ao crime organizado.

A CPI do Crime Organizado se apresenta como uma oportunidade para investigar e entender as complexidades do sistema de segurança no Brasil, e os primeiros depoimentos são um passo crucial nesse processo.

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